Empresas modernas, especialmente grandes construtoras, indústrias e serviços que lidam com altos volumes de resíduos, enfrentam um grande desafio: garantir o descarte correto, reduzir custos e manter a conformidade com a legislação ambiental. Para isso, contar com um sistema para gerenciamento de resíduos não é apenas uma vantagem — é uma necessidade estratégica. Mas afinal, o que exatamente é um sistema para gerenciamento de resíduos e por que ele faz tanta diferença no dia a dia da sua operação? Continue lendo e descubra como essa ferramenta pode transformar a forma como sua empresa lida com os resíduos — e ainda gerar economia, segurança e vantagem competitiva. O que é um sistema para gerenciamento de resíduos? É uma solução digital desenvolvida para automatizar e facilitar o controle de toda a jornada dos resíduos gerados por uma empresa — desde a separação e classificação até o transporte, destinação e documentação. Esse sistema permite registrar coletas, emitir documentos como o MTR (Manifesto de Transporte de Resíduos), gerenciar fornecedores (transportadores e receptores), além de gerar relatórios e indicadores que auxiliam na tomada de decisão e no cumprimento das exigências legais e voluntárias. Ao contrário dos sistemas públicos de MTR, que se limitam ao registro obrigatório, o sistema para gerenciamento de resíduos oferece uma visão integrada, padronizada e analítica de todas as operações, possibilitando uma gestão muito mais eficaz e segura. Quais os benefícios de um sistema para gerenciamento de resíduos? Agora que você já entendeu o que é, vamos aos principais ganhos que sua empresa pode alcançar: 1. Conformidade com a legislação ambiental O sistema ajuda sua empresa a estar 100% conforme com as normas exigidas por lei, como a Lei nº 12.305/2010. Isso evita multas, embargos e problemas com órgãos fiscalizadores. O controle dos documentos é automático, com alertas e rastreabilidade completa. 2. Redução de custos e desperdícios Com os dados organizados, é possível visualizar padrões, comparar unidades e encontrar pontos de desperdício de materiais. Isso permite adotar medidas inteligentes de economia e reaproveitamento, diminuindo os gastos com descarte e logística. 3. Agilidade e automação nos processos Emitir MTR, registrar coletas e documentar transportes se tornam ações simples, feitas com poucos cliques. O tempo gasto com atividades operacionais cai drasticamente, liberando sua equipe para tarefas mais estratégicas. 4. Padronização e controle centralizado Se sua empresa tem mais de uma unidade, obra ou filial, o sistema para gerenciamento de resíduos permite uma gestão unificada, padronizando processos e evitando falhas de classificação ou documentação. Isso é essencial para escalar operações com segurança. 5. Escolha de fornecedores com confiança A plataforma da NETResíduos, por exemplo, permite o controle total dos documentos de transportadores e receptores, o que evita contratar empresas irregulares e fortalece a responsabilidade ambiental do seu negócio. 6. Indicadores e relatórios inteligentes A geração automática de relatórios de sustentabilidade, indicadores comparativos e comparação entre unidades permite avaliar metas ambientais e mostrar resultados reais em ações ESG. Além disso, fortalece a imagem da empresa junto a investidores e sociedade. 7. Suporte técnico e treinamentos especializados A implementação do sistema é rápida e conta com o apoio de engenheiros ambientais. Isso garante um uso eficiente da ferramenta desde o primeiro dia, além de suporte contínuo e acompanhamento dos resultados. Conclusão Investir em um sistema para gerenciamento de resíduos é uma atitude inteligente, estratégica e, acima de tudo, necessária para quem quer operar com responsabilidade ambiental, evitar multas, reduzir desperdícios e se destacar no mercado. A gestão de resíduos não pode mais ser feita de forma manual, desorganizada ou reativa. É hora de dar um passo à frente. A NETResíduos é referência nesse assunto. Com 17 anos de experiência e foco em grandes geradores — como construtoras, indústrias e empresas de serviços —, a empresa oferece uma solução completa, com integração a sistemas oficiais, geração de relatórios, automação de processos e muito mais. Com a NETResíduos, sua empresa cumpre todas as exigências legais, melhora os indicadores de sustentabilidade e ainda reduz custos operacionais. É eficiência, inovação e segurança, tudo em um só lugar. Quer dar o próximo passo na gestão ambiental da sua empresa? Conheça a NETResíduos e veja como simplificar o que parece complicado.
A preocupação com a gestão de resíduos sólidos nunca foi tão urgente. Cada vez mais, empresas de grande porte — especialmente da construção civil, da indústria e de serviços — precisam lidar com exigências legais, responsabilidade ambiental e metas de eficiência. Tudo isso torna o gerenciamento de resíduos uma prioridade estratégica. Neste artigo, você vai entender o que é gerenciamento de resíduos sólidos, os principais desafios enfrentados pelos grandes geradores e as melhores práticas para uma operação eficiente e sem surpresas. O que é gestão de resíduos sólidos? Embora o termo “gestão de resíduos sólidos” seja amplamente utilizado no mercado, a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010) define como gerenciamento de resíduos o conjunto de ações realizadas diretamente pelos geradores — como é o caso do setor varejista. Essas ações envolvem desde a segregação até a destinação final, passando pelo armazenamento, transporte e controle documental dos resíduos. É esse gerenciamento que abordamos neste artigo. Desafios enfrentados pelas empresas Apesar da importância do tema, muitas empresas ainda enfrentam dificuldades para estruturar seu gerenciamento de resíduos sólidos. Os principais obstáculos são: Esses desafios se tornam ainda maiores quando o controle é feito de forma manual ou sem padronização entre unidades. A consequência é o aumento de custos, riscos de fiscalização e perda de competitividade. As melhores práticas para transformar o gerenciamento de resíduos Empresas que desejam evoluir nesse processo podem seguir algumas práticas fundamentais: 1. Digitalização da operação Sistematizar tarefas como emissão de MTRs, controle de fornecedores e armazenamento de documentos é o primeiro passo para uma gestão eficaz. Além de reduzir erros, isso também libera tempo da equipe para focar em ações estratégicas. 2. Integração entre unidades Para empresas com múltiplas obras ou plantas industriais, integrar a visão do gerenciamento de resíduos é essencial. Isso permite comparar indicadores, padronizar processos e gerar relatórios corporativos consistentes. 3. Catálogos atualizados Contar com um sistema que oferece lista de resíduos específica e transportadores e receptores atualizados ajuda a evitar falhas de registro e garante que os resíduos serão destinados de forma correta. 4. Indicadores e relatórios Acompanhar a geração de resíduos, os custos com transporte e destinação e as metas de reaproveitamento é fundamental para alinhar a gestão ambiental às estratégias de sustentabilidade e eficiência da empresa. NETResíduos: sua aliada no gerenciamento de resíduos sólidos A NETResíduos é especialista no gerenciamento de resíduos sólidos para grandes geradores. Com 17 anos de experiência, oferece uma plataforma robusta e simples de usar, que permite: Ao adotar a NETResíduos, sua empresa não apenas cumpre as exigências ambientais, mas também reduz custos operacionais, evita riscos de embargo ou multa e ganha inteligência para tomar decisões mais sustentáveis. Entre em contato e saiba mais.
Autor: Frederico F. Carneiro, Graduado em Ciência da Computação, Pós Graduado em Gestão de Projetos Um recente estudo do renomado instituto de pesquisa McKinsey Global Institute alerta que 98% da economia está sendo influenciada pelos processos de modernização e digitalização. Nunca se viveu em uma era na qual fosse tão importante para as empresas reverem seus processos internos e se adaptarem às novas tendências para se manterem competitivas, diferenciando de seus concorrentes, e prontas para encarar crises. Por isso as empresas devem, a cada dia mais, se atentar ao fato que os trabalhos estão ficando cada vez mais dependentes de tecnologia, este é um caminho sem volta, ou as empresas se digitalizam ou morrem. MAS COMO ESSAS MUDANÇAS AFETAM DIRETAMENTE NOSSAS VIDAS? Vamos tomar como exemplo os jornais, a rádio e a televisão, que até o século passado eram os maiores meios de comunicação da sociedade e hoje se desmancham às nossas vistas. O jornal, em mídia impressa, já não é tão relevante e deu lugar à noticiários online nos quais os acontecimentos são narrados em tempo real como no Twitter, Facebook e outros. As rádios já perderam espaço para o streaming como serviços Spotify e iTunes. E o que dizer da televisão? Estamos vivendo na era em que ela está passando pela sua maior transformação desde que foi inventada. Serviços como Netflix e Youtube deram ao telespectador o poder que decidir o que ver e quando quer ver. Vivemos uma revolução digital e apenas aquelas empresas que conseguirem fazer uso da tecnologia conseguirão transformar seus ambientes de trabalho de tal forma a se manterem competitivas no mercado. Neste aspecto, grandes empresas, embasadas em tecnologia digital, têm influenciado setores tradicionais, como o de transporte e hotelaria, como demonstrado na imagem a seguir. Imagem 1 – Era Digital: grandes empresas digitais sem nenhum ativo ACESSO À TECNOLOGIA No início dos anos 2000, a tecnologia ainda era cara em países como o Brasil. Computadores eram importados e os softwares existentes eram produtos de prateleira de grandes empresas americanas como Microsoft e IBM, sendo que a compra da licença e implantação poderiam custar alguns milhares de reais. Além disso, a internet havia pouco mais de 5 anos de vida no país, ainda era discada e possibilitava apenas a troca de mensagens via e-mail e a navegação em websites pouco amigáveis. Adquirir servidores e software custavam caro às companhias, valores que inviabilizariam suas operações, não justificando assim o benefício prometido. Mas hoje, todo esse panorama mudou, e muito! Com o advento das tecnologias nuvem (cloud), hoje é acessível para qualquer empresa possuir supercomputadores que realizam processamentos de dados, processo antes acessíveis apenas a super empresas como a NASA e Governos de países desenvolvidos. O modelo de negócio que permitiu qualquer empresa ter acesso a tecnologia é conhecido como “modelo de serviço”, como por exemplo, o “Plataform as a service” e o “software as a service”, ou respectivamente, plataforma como serviço e software como serviço. A plataforma ou software como serviço funciona de maneira a empresa alugar por um baixo valor mensal, a infraestrutura e o software desejado, assim, o “SAAS” (software as a service) abre um mundo de oportunidades para que as empresas testem os benefícios de um software sem ter que gastar rios de dinheiro com licenças de uso, implantações demoradas e treinamento de equipe. A INOVAÇÃO NAS GRANDES EMPRESAS Como citado, a capacidade de inovar das empresas é o fator que dita quem permanece no mercado e quem fechará suas portas, porém inovar não é fácil. Grandes empresas possuem processos burocráticos e complexos, que acarretam em dificuldades de inovação, porque elas estão muito focadas em seu negócio. Muitas dessas empresas não se arriscam em inovar por medo de perder dinheiro ou por não possuírem em suas equipes colaboradores visionários com as ideias ousadas que mudarão o mundo. É nesse contexto que as startups surgem, oferecendo um leque tecnologias para solucionar problemas que antes era deixados de lado ou que nem eram conhecidos. A adoção de tecnologias criadas por startups pode ser visto como uma terceirização de um departamento de pesquisa e desenvolvimento. Atualmente há disponíveis soluções para os mais diversos setores da indústria e a tendência é de que mais e mais startups sejam criadas e que tenham suas tecnologias absorvidas por outras empresas. Neste aspecto, alguns setores estão mais abertos à aplicação de tecnologia do que outros, como demonstrado na Imagem 2, que apresenta a relação de alguns setores, separando os que tradicionalmente fazem mais uso de tecnologia, dos mais restritivos. Imagem 2 – Setores e o uso de tecnologia A TECNOLOGIA NO GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL Como citado na Imagem 2, a construção civil é um dos setores mais carente no uso de tecnologia, e um dos processos mais arcaicos ainda empregados está relacionado ao gerenciamento de resíduos. De acordo com pesquisas realizadas pela empresa Ambiência Soluções Sustentáveis, especialista em gestão e gerenciamento de resíduos, a grande maioria das construtoras, quando muito, ainda utiliza o Excel como ferramenta para gerenciar dos dados da geração de resíduos de suas obras. O Excel, ferramenta que completa em 2017 trinta anos de existência, ainda é altamente utilizado pelas empresas para cadastro de dados da geração de resíduos. Sem dúvidas o software foi uma revolução, mas, devemos considerar o fato que o Excel é uma ótima ferramenta para tabulação de dados e só, ele não foi desenvolvido para gestão de banco de dados. Por mais que esta ferramenta tenha evoluído ao longo dos anos, ela ainda mantém a premissa básica de ser uma planilha onde é aceito qualquer tipo de informação disposta em linhas e colunas. O gerenciamento de resíduos é muito mais complexo que isso. Computar complexas estruturas de dados em somente linhas e colunas é como jogar no lixo informações valiosas de seus processos. Para se obter os melhores benefícios da tecnologia, as empresas devem investir na melhoria de seus processos internos com o uso de softwares especialmente moldados para seu negócio e fugir das ferramentas genéricas, como Excel,


