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Você sabe como descartar o seu resíduo eletroeletrônico?

Porque não devemos descartar o resíduo eletroeletrônico em qualquer lugar? O resíduo eletroeletrônico não deve ser descartado junto ao lixo comum, a grande questão é que esses materiais contêm em sua composição toxinas como mercúrio, o chumbo, o cádmio e o berílio, que podem contaminar o solo e os lençóis freáticos. Garantir que todo o material tenha o destino apropriado e não se torne um problema para o planeta é responsabilidade de todos nós! Ao pensar nos resíduos eletroeletrônicos logo lembramos dos televisores, aparelhos de rádio e computadores mas, é preciso colocar nessa lista as pilhas, baterias, lâmpadas fluorescentes, acessórios eletrônicos – como cabos e fios – DVD players, videocassetes, câmeras digitais e eletrodomésticos em geral. A nossa Política Nacional de Resíduos Sólidos, implementada pela Lei Federal 12.305/2010, institui a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos, sendo: “conjunto de atribuições individualizadas e encadeadas dos fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes, dos consumidores, para minimizar o volume de resíduos sólidos e rejeitos gerados, bem como para reduzir os impactos causados à saúde humana e à qualidade ambiental.”  E ainda estabelece a implantação de um programa de logística reversa para uma série de produtos, dentre eles os resíduos eletroeletrônicos. Um mapa global desenvolvido pela ONU estima que em 2017 o mundo vai atingir a marca de 65,4 milhões de toneladas de resíduos eletroeletrônicos descartados. Ainda de acordo com a ONU, hoje, no Brasil, nós descartamos mais de meio quilo destes materiais por ano por habitante, um total de 96,8 mil toneladas ano, o que nos torna o país com o péssimo título de maior gerador de resíduos eletroeletrônicos entre os países emergentes. A “reciclagem” não é novidade, conhecemos há anos a ideia por trás dessa prática, que tem por objetivo reduzir o desperdício e o consumo de matérias-prima incentivando o reaproveitamento de materiais. Dados divulgados pela ONU apontam que o mercado global de resíduos eletroeletrônicos movimenta aproximadamente US$ 400 bilhões por ano, o Brasil, porém, ainda recicla pouco – apenas 2%. O Ministério do Meio Ambiente estima que tornar a reciclagem uma prática comum no país contribuiria para a geração de até dez mil empregos e de cerca de R$ 700 milhões em recursos! Onde descartar o resíduos eletroeletrônico em Belo Horizonte: Pontos de coleta Por toda a cidade, existem pontos de coleta de resíduo eletroeletrônico. Por meio deles, é possível deixar os materiais para que sejam encaminhados à empresas de reciclagem especializadas: shoppings como o Boulevard Shopping, bancos, supermercados, como o Verdemar, ou junto à empresas de reciclagem de eletroeletrônicos. Coleta gratuita A BH Recicla oferece o serviço de coleta gratuita para pequenos e grandes volumes de lixo eletrônico. Não há limite mínimo de materiais para solicitar o serviço. Basta entrar em contato e aguardar a coleta. Devolver ao fabricante Grandes fabricantes de produtos de informática, como por exemplo, Dell, Epson, Apple, entre outras,  já possuem sistemas de coleta domiciliar. Você deve ligar ou enviar um e-mail e a empresa vai até sua residência buscar o produto. Além disso, todas as operadoras de celular têm coleta de baterias e aparelhos em suas milhares de revendas espalhadas pelo Brasil. A sustentabilidade está entre os fatores que influenciam cada vez mais o relacionamento entre empresas e sociedade. A NETResíduos se preocupa com a preservação ambiental, por isso buscamos compartilhar informações de interesse da sociedade, afinal o conhecimento é a melhor forma de gerar mudanças! E então, pronto para começar a reciclar seu resíduo eletroeletrônico?

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Como utilizar a comunicação visual no Gerenciamento de Resíduos?

O que é importante considerar na comunicação visual no Gerenciamento de Resíduos? A comunicação visual é de estrema importância para o sucesso do Gerenciamento de Resíduos. Quando, por exemplo, os locais de armazenamento dos resíduos estão bem identificados e de fácil leitura visual os colaboradores tendem a ser mais organizados e aplicar o gerenciamento de resíduos com mais eficácia. Para elaborar a comunicação visual no Gerenciamento de Resíduos na obra é necessário considerar o padrão de placas e informativos já utilizado pela empresa, inserindo algumas das dicas que vamos apresentar ao longo deste post. Para as empresas que contam com a colaboração de uma agência de comunicação, vale sempre convidá-la para elaborar o padrão relacionado ao Gerenciamento de Resíduos. A comunicação visual pode ser subdividida em 2 tipos: Placas de Identificação dos Resíduos e Placas de Sensibilização. Para ambos os casos é interessante usar materiais duráveis, como metal ou pvc, possibilitando a reutilização em outras obras. Como funcionam as Placas de Identificação dos Resíduos? São utilizadas para identificar as instalações de apoio (armazenamento final ou temporário) quanto ao resíduo a ser armazenado. Além do nome do resíduo, ela também deve conter exemplos práticos e imagens para facilitar a leitura visual. Vale lembrar que as placas devem ser instaladas em local de fácil visualização, próximo ao local de armazenamento dos resíduos. Na imagem abaixo mostramos, como exemplo, os resíduos da construção civil. Quer saber mais sobre a Classificação dos Resíduos? Leia nosso artigo Como são Classificados os Resíduos Sólidos e saiba quais são as classificações existentes.    Veja abaixo alguns exemplos da comunicação visual do Gerenciamento de Resíduos – placas de identificação de resíduos – no canteiro de obras: Placas de Sensibilização: Porque são importantes? Reforçar o Gerenciamento de Resíduos é muito importante e a comunicação visual desempenha um papel relevante nesse aspecto. As placas de sensibilização devem ser distribuídas por toda unidade/obra informando a todos os envolvidos (funcionários, prestadores de serviço e visitantes) sobre a existência do Gerenciamento de Resíduos. As frases e imagens devem ser de impacto, contribuindo para uma melhor assimilação do tema por parte dos funcionários. Abaixo você confere alguns exemplos de frases selecionadas pela Ambiência Soluções Sustentáveis que poderão ser utilizadas como referência para elaboração das placas específicas para cada obra e empresa: Nunca misture seu resíduo; Separe seu resíduo; Cada profissional é responsável pelo resíduo que gera, colabore; Colabore com a limpeza e organização; Use as baias; Colabore para a gestão de resíduos; Trabalhe em equipe, mantenha as áreas limpa e organizada; Use as baias, e nunca misture seu resíduo; Essa obra faz a gestão de seus resíduos; Colaboramos por um mundo melhor, fazemos o gerenciamento de nosso resíduo; Participe do Gerenciamento de Resíduos, colabore por um mundo melhor; Destine corretamente seus resíduos, o planeta agradece; Siga os 3 R’s: Reduzir, Reutilizar e Reciclar; Nunca se esqueça: Em se tratando de resíduo, reduzir é sempre mais importante; Reduza a geração de resíduos: o planeta agradece; Reduza primeiro, depois reutilize e só depois encaminhe para a reciclagem; Vale lembrar: as frases apresentadas acima são exemplos gerais, sintam-se à vontade para copiadas integralmente! Veja abaixo alguns exemplos da comunicação visual do Gerenciamento de Resíduos – placas de sensibilização – no canteiro de obras: Agora você já pode elaborar a comunicação visual no canteiro de obras! Ficou alguma dúvida? Quer ajuda nesse processo? Entre em contato com a Ambiência, nosso profissionais podem te ajudar! Você já faz o Gerenciamento de Resíduos? Conhece a NETResíduos? Uma ferramenta online para otimizar o seu Gerenciamento de Resíduos, clique aqui e saiba mais!

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1° Fórum Municipal Lixo Zero Belo Horizonte – NETResíduos estará lá!

NETResíduos é presença confirmada no 1° Fórum Municipal Lixo Zero Belo Horizonte! Compartilhando da ideia do Instituto Lixo Zero Brasil que é difundir o conceito Lixo Zero pelo Brasil, articular, mobilizar e provocar novas atitudes nas comunidades nacionais e internacionais, o 1° Fórum Municipal Lixo Zero Belo Horizonte é uma ferramenta para mostrar à sociedade grandes exemplos dessa mudança possível. Pessoas, empresas, instituições que mudaram seu comportamento em relação aos resíduos, assumiram uma responsabilidade frente a este problema que se refere a todos nós. Quem são os convidados? Só gente interessante para esse bate-papo! A programação conta com uma extensa participação de palestrantes ligados a esse universo da reciclagem, sustentabilidade e meio ambiente. Carolina Antunes, fundadora da NAÇÃO BH, abrirá o 1º Fórum Municipal Lixo Zero Belo Horizonte, contando sua experiência com o trabalho colaborativo e como obtém resultados de impacto. Juliana Travassos, professora na Fundação Dom Cabral, falará no bate-papo ‘Tendências Lixo Zero’, trazendo um panorama das práticas de reciclagem ao redor do mundo e aqui no Brasil. Ricardo Mortara Batistic, CTO da Be.Green, também participará deste bate-papo apresentando as novas tecnologias desenvolvidas no dia-a-dia da primeira fazenda urbana da América Latina, a Be.Green! Já cansou de guardar uma mala enorme no seu apartamento pequeno, só para usá-la duas vezes por ano? Tiago Santiago Botelho, Fundador e CEO da GetMalas – Aluguel de Malas, participará no bate-papo \’Redução e Reuso\’ e apresentará como cada mala pode ser utilizada por 22 pessoas e como esse reuso é fundamental para mantermos um consumo consciente. Hoje, milhões de toneladas de lixo são descartados de forma incorreta no Brasil, Vitorino Oliveira, Sócio-diretor da BH Recicla, falará no bate-papo ‘Reciclagem’ sobre os perigos do lixo eletrônico e como a BH Recicla chegou a realizar em torno de 700 atendimentos por mês a pessoas e empresas buscando equipamentos para reciclagem, contribuindo com a preservação do meio ambiente. Débora Casapê, sócia da EcoMudança, é uma das convidadas para participar do bate-papo \’Educação e Conscientização Ambiental\’, onde apresentará sua missão de incentivar e disseminar atitudes ecologicamente sustentáveis para que as pessoas, cidades e o planeta tenham uma vida mais saudável! Livia Mello, engenheira metalúrgica na Votorantim Metais, também participará desse bate-papo conversando sobre engajamento ambiental e seus resultados na Votorantim, multinacional que atua em diversos setores estratégicos da economia e está presente em 23 países. Mazza Pena, da Maria Reciclona, contribuirá nesse bate-papo compartilhando algumas experiências com a educação ambiental na prática. No bate-papo ‘Compostagem e Agricultura Urbana’ participarão Tiago Morais, sócio da Passei.o Verde Jardins Comestíveis, apresentando seu trabalho de construir uma cidade mais verde com jardins comestíveis e Fernanda Rocha Vidal, da Casa Horta, expondo sua experiência em incentivar um sistema alimentar mais justo, saudável e sem agrotóxicos. Nós da NETResíduos participaremos no bate-papo ‘Desenvolvimento Local e Políticas Públicas’, contando um pouco sobre o Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos de Belo Horizonte (PMGIRS-BH) e o papel de tecnologia no gerenciamento de resíduos. Conosco nesse bate-papo estará Tatiana dos Santos Silva, co-fundadora do FA.VELA. Quando será? O 1° Fórum Municipal Lixo Zero Belo Horizonte acontecerá dia 22 de setembro, próxima sexta-feira, no espaço Be.Green, no Boulevard Shopping. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas aqui. Confira a programação completa: Acompanhe o evento pelas nossas redes socias! #ForumLixoZeroBH #NETResíduosnaMídia #Seed #FIEMGLab #SebraeInovação

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10° Sustentar e NETResíduos – Um evento de sucesso!

No dia 29 de agosto sob o tema Urgências Climáticas, Inovação, Mercados Sustentáveis e Futuros Possíveis aconteceu  10º Fórum Internacional pelo Desenvolvimento Sustentável – Sustentar, e a NETResíduos esteve presente! O evento é considerado um dos mais importantes da América Latina sobre sustentabilidade. Com auditório lotado e a presença de diversas lideranças políticas, empresariais e comunitárias teve inicio o 10° Sustentar. Além de painéis simultâneos, sessões de imersão criativa e experiencial, uma atração à parte foi a apresentação de inovações em produtos e serviços desenvolvidos por empreendedores alinhados com as novas demandas econômicas, ambientais e sociais na Feira 10° Sustentar. A NETResíduos esteve presente na feira convidada pela aceleradora FIEMGLab. Henrique Ribeiro, CEO, apresentou nossas soluções para Gerenciamento de Resíduos online e contou um pouco da experiência de participar do evento: \”gostamos muito de ter participado da feira de startups do Sustentar. Recebemos muitas visitas durante todo o evento e o público ficou muito interessado na solução apresentada pela NETResíduos. Além disso, nos surpreendeu positivamente o potencial de geração de negócios gerado pela feira.\” Veja mais sobre o evento: Temas como crédito responsável, pioneirismo verde, economia circular e impacto social foram debatidos no Fórum Oportunidades, Mercados Sustentáveis e Futuro.  Fórum Oportunidades, Mercados Sustentáveis e Futuro Imersão criativa, inovações e negócios disruptivos foram assuntos debatidos no com aceleradoras, investidores e startups e grandes empresas que inovam em parcerias. A primeira horta urbana do Brasil, a BeGreen, e o projeto de hortas suspensas, Dona Horta, são exemplos de inovação sustentável que também estiveram presentes no 10° Sustentar. Mudas de plantas nativas produzidas em Inhotim distribuídas a participantes do 10º Sustentar. Acompanhe as nossas novidades através das nossas redes sociais e fique por dentro dos eventos que estão acontecendo nesse universo do Gerenciamento de Resíduos e Sustentabilidade.

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Como são classificados os Resíduos Sólidos?

Você sabe como são classificados os Resíduos Sólidos? A classificação de Resíduos Sólidos envolve a identificação do processo ou atividade do qual ele originou. Além disso, precisamos identificar seus constituintes e características, a comparação destes constituintes com listagens de resíduos e substâncias e seu impacto à saúde e ao meio ambiente. Os resíduos classificados segundo a NBR 10.004/2004 Resíduos Classe I – Perigosos De acordo com a NBR 10004/2004, resíduos perigosos são aqueles que apresentam periculosidade, “(..) característica apresentada por um resíduo que, em função de suas propriedades físicas, químicas ou infecto-contagiosas, pode apresentar: risco à saúde pública, provocando mortalidade, incidência de doenças ou acentuando seus índices; riscos ao meio ambiente, quando o resíduo for gerenciado de forma inadequada.” Você já ouviu falar sobre as características de periculosidade? Para Resíduos Classe I estes são: inflamabilidade, corrosividade, reatividade, toxicidade e patogenicidade. Na construção civil podemos citar como exemplos de resíduos perigosos as tintas, impermeabilizantes e produtos químicos em geral.  Resíduos Classe II A – Não Perigosos Não Inertes São resíduos que podem apresentar propriedades como: biodegradabilidade, combustibilidade ou solubilidade em água. Alguns exemplos que podemos encontrar no canteiro de obras são lamas de sistemas de tratamento de águas, limalha de ferro, poliuretano, fibras de vidro, lodos provenientes de filtros, EPIs (uniformes e botas de borracha) e gessos. Resíduos Classe II B – Não Perigosos Inertes São resíduos que podem ser dispostos em aterros sanitários ou reciclados, pois não sofrem qualquer tipo de alteração em sua composição com o passar do tempo. O solo e Concreto/cerâmico são exemplos de Resíduos Classe II B. Segundo a Resolução Conama Nº 307/2002 a classificação funciona da seguinte maneira: A Resolução Conama Nº 307/2002, estabelece diretrizes, critérios e procedimentos para a Gerenciamento dos Resíduos da construção civil. De acordo com esta resolução, é baseado a segregação e organização dos resíduos no canteiro de obras, sendo classificados em 4 classe: A, B, C e D. Classe A São os resíduos reutilizáveis ou recicláveis como agregados, tais como: De construção, demolição, reformas e reparos de pavimentação e de outras obras de infra-estrutura, inclusive solos provenientes de terraplanagem; De construção, demolição, reformas e reparos de edificações: componentes cerâmicos (tijolos, blocos, telhas, placas de revestimentos etc.); De processo de fabricação e/ou demolição de peças pré-moldadas em concreto (blocos, tubos, meio-fios e etc.); Classe B Resíduos recicláveis para outras destinações tais como: plástico, papel, metal, vidro, madeira e gesso. Classe C São os resíduos para os quais não foram desenvolvidas tecnologias ou aplicações economicamente viáveis que permitam a sua reciclagem ou recuperação. Pode-se citar como exemplo dos resíduos Classe C que são gerados na construção civil: espumas expansivas, fitas de amarração de blocos de concreto, telas de proteção, etc. Classe D São resíduos perigosos oriundos do processo de construção, tais como tintas, solventes, óleos e outros ou aqueles contaminados ou prejudiciais à saúde oriundos de demolições, reformas e reparos de clínicas radiológicas, instalações industriais e outros, bem como telhas e demais objetos e materiais que contenham amianto ou outros produtos nocivos à saúde. Baseado nas normas citadas e na vivência de obra a Ambiência Soluções Sustentáveis criou uma nomenclatura de fácil entendimento para os Resíduos Sólidos encontrados no canteiro de obras, veja como é simples e didático: Quer saber mais sobre como implantar o Gerenciamento de Resíduos na Construção Civil e fazer a classificação dos Resíduos Sólidos para ter um Gerenciamento de Resíduos de forma eficiente? Leia nosso artigo Como Implantar o Gerenciamento de Residuos.

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Você conhece o processo de implantação do Gerenciamento de Resíduos?

Para a implantação do Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil são necessárias adaptações físicas e culturais na obra, de forma a estabelecer diretrizes diferenciadas na rotina da obra para a eficiência do projeto. Como deve acontecer a implantação do gerenciamento de resíduos? Após a elaboração do PGRCC – Plano de Gerenciamento Resíduos da Construção Civil., para o start inicial do projeto são necessárias visitas periódicas de um profissional da área ambiental, com experiência em gerenciamento de resíduos, com o objetivo de checar a realização das atividades planejadas. O apoio remoto através meio de e-mails e telefone também é essencial para uma boa implantação, visando orientar à obra quanto às definições dos procedimentos operacionais e administrativos. O primeiro passo das atividades operacionais são as instalações das estruturas para armazenamento dos resíduos (baias, caixotes, lixeiras e afins), de acordo com o planejado no PGRCC – Plano de Gerenciamento Resíduos da Construção Civil. Quer uma dica especial para essa fase no caso da implantação ocorrer em obras já em andamento? Faça um mutirão de limpeza! Elimine do ambiente o acúmulo indevido de resíduos e, assim, inicie as atividades do gerenciamento com mais eficiência. Também é importante trabalhar a comunicação visual no ambiente da obra, neste caso é necessário identificar as estruturas de armazenamento de resíduos e inserir placas de sensibilização. Além das questões operacionais, as ações administrativas são fundamentais, estas são responsáveis por organizar as informações e documentar as atividades. Veja abaixo quais pastas são importantes no gerenciamento de resíduos: Outro ponto importante que devemos destacar na implantação do Gerenciamento de Resíduos é o Controle de Transporte de Resíduos (CTRs), deve-se ter um bom treinamento de como preencher e conferir para evitar erros e prejuízos para as obras. Para finalizar com chave de ouro a implantação do Gerenciamento de Resíduos, é necessário que todos os colaboradores estejam envolvidos e dispostos a realizar as atividades diariamente, pois bem sabemos que este é um processo continuo. Para a eficiência do projeto é primordial capacitar e sensibilizar esses profissionais multiplicadores, esse investimento valerá muito a pena! Você conhece a Capacitação e Sensibilização da Ambiência? Clique aqui e leia mais sobre esse programa diferenciado. Pronto, agora você já compreendeu um pouco mais sobre o Gerenciamento de Resíduos no canteiro de obras! Quer conhecer um software que te ajuda nesse processo? Saiba mais sobre a NETResíduos, uma solução online de Gerenciamento de Resíduos.

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Você sabe porque fazer o Gerenciamento de Resíduos?

O Gerenciamento de Resíduos no canteiro de obra deve considerar muito além das obrigações legais e normativas, e não deve ser visto como um entrave ao processo produtivo, muito pelo contrário, é necessário ser priorizado visando a conquista dos inúmeros benefícios ao ambiente de trabalho, aos colaboradores, à construtora e à sociedade. Geração e Destinação dos Resíduos A implantação de Gerenciamento de Resíduos se justifica se atentarmos ao alto índice de geração de resíduos no setor da construção civil que é considerado um dos mais impactantes da sociedade, sendo responsável – segundo o MMA – Ministério do Meio Ambiente (BRASIL, 2012) – por um volume de resíduo que pode representar o dobro dos resíduos domiciliares gerados nos municípios brasileiros. Apesar do alto índice de geração, o setor da construção civil apresenta taxas irrisórias de reaproveitamento e reciclagem, o que induz a alarmantes, e crescentes, casos de deposições clandestinas, uma vez que os resíduos gerados nas obras não são vistos como matérias primas, resultando no descarte inadequado. Ocorrências de deposições clandestinas nos municípios brasileiros são, infelizmente, corriqueiras. Tal situação está diretamente associada a impactos ambientais significativos e altos custos para o poder público municipal, como ocorre, por exemplo, no município de Santo André/SP, que, segundo Macario (2016), gasta R$ 550 mil mensais para limpeza dos mais de 100 pontos de descartes irregulares. O grande volume de deposição clandestina remete à importância das construtoras contratarem transportadores e áreas receptoras devidamente licenciadas e de exigirem a apresentação de CTRs (comprovante de transporte de resíduos), o que garante a destinação correta e o devido registro dos procedimentos realizados. Resíduos: custos e desperdício A geração de resíduos deve sempre ser considerada como desperdício e custo. Neste aspecto, por exemplo, a melhoria no armazenamento e transporte dos materiais no canteiro de obras será responsável pela drástica redução da perda (geração de resíduos), e consequentemente, contribuirá para gerar economia ao empreendimento. Além da economia, um sistema de gerenciamento de resíduos, adequadamente implantado, trará ao canteiro de obras uma relevante melhoria na organização e limpeza, além de melhorar o ambiente de trabalho. Todos esses fatores irão colaborar para a redução do risco de acidentes e contribuirão significativamente para a melhoria da imagem da construtora. Os aspectos legais do Gerenciamento de Resíduos Vale lembrar também dos aspectos legais, considerando que a implantação do gerenciamento de resíduos nos canteiros de obras é indiscutível, uma vez que o tema é regulamentado, tanto em âmbito nacional, estadual e municipal, com destaque para a primeira resolução sobre o tema no Brasil, a Resolução Conama nº 307/02 que “estabelece diretrizes, critérios e procedimentos para a gestão dos resíduos da construção civil”, que é referência para todas as leis e normas publicadas posteriormente, como por exemplo, a Política Nacional de Resíduos Sólidos, Lei 12.305/10, clique aqui e saiba mais sobre nossa política nacional. No âmbito municipal, as leis têm caráter mais prático e operacional, essas visam à regulação dos agentes relacionados ao fluxo do RCC, como é o caso da Lei nº 10.522/12 em Belo Horizonte/MG e a Lei nº 10.280/09 de Uberlândia/MG, que são ferramentas importantes para as ações fiscalizatórias, que podem impactar diretamente os empreendimentos. Na esfera regulatória deve-se também citar as inúmeras exigências normativas – direta ou indiretamente relacionadas ao gerenciamento de resíduos – de cerificações como: PBQP-H, ISO 9001, ISO 14.000, AQUA, LEED e Casa Azul. Saiba mais sobre as questões legais do Gerenciamento de Resíduos. Por fim, vale a pena ressaltar que a implantação do registro da geração de resíduos gerará um importante banco de dados que poderá ser empregado pela construtora tanto em procedimentos relacionados à melhoria contínua dos processos quanto em planejamento de novos empreendimentos. Como Implantar uma Solução Para saber mais sobre como implementar um sistema de gerenciamento de resíduos eficaz e os benefícios que ele pode trazer para sua obra, entre em contato conosco através do nosso site. Estamos prontos para ajudar você a transformar a gestão de resíduos em um diferencial competitivo para sua construtora. REFERÊNCIAS BELO HORIZONTE (Município). Constituição (2012). Lei nº 10522, de 28 de agosto de 2012. Institui o Sistema de Gestão Sustentável de Resíduos da Construção Civil e Resíduos Volumosos – SGRCC – e o Plano Municipal de Gerenciamento Integrado de Resíduos da Construção Civil e Resíduos Volumosos – PMRCC, e dá outras providências.2012. BRASIL. Ministério do Meio Ambiente, ICLEI – Brasil. Planos de gestão de resíduos sólidos: manual de orientação. Brasília, 2012. BRASIL. Ministério do Meio Ambiente. Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA. Resolução no 307, de 05 de julho de 2002. Estabelece diretrizes, critérios e procedimentos para a gestão dos resíduos da construção civil. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF. 2002. BRASIL. IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Estimativa de População – 2015. MACARIO, Daniel. Semasa gasta R$ 550 mil por mês com descarte irregular. 2016. Disponível em: Semasa gasta R$ 550 mil por mês com descarte irregular – 31/07/2016 | Diário do Grande ABC. Acesso em: 31 jul. 2016. UBERLÂNDIA (Município). Lei nº 10280, de 28 de setembro de 2009. Institui o Sistema Municipal para a Gestão Sustentável de Resíduos da Construção Civil e Resíduos Volumosos. 2009.

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1º Workshop de Sustentabilidade e Responsabilidade Social para Startups e Empresas de Base Tecnológica

O 1º Workshop de Sustentabilidade e Responsabilidade Social para Startups e Empresas de Base Tecnológica aconteceu no dia 22 de junho, no Centro Universitário Una, em Belo Horizonte. O evento teve como objetivo estimular o debate sobre a estruturação de projetos e a adoção de práticas com foco no desenvolvimento sustentável no contexto das startups e empresas de base tecnológica, apresentando as potencialidades e diferenciais competitivos que os negócios sustentáveis possuem para a sua internacionalização. Henrique Ribeiro CEO da NETResíduos participou de uma das mesas redondas do evento que discutiu como a sustentabilidade pode estar inserida em startups e empresas de base tecnológicas. Na oportunidades Henrique reforçou o conceito que rege as ações da empresa, que tem como base a geração de resultados positivos através da sustentabilidade, tanto econômicos, quanto ambientais e sociais.

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NETResíduos no FIEMGLab. Sustentabilidade

No dia 21 de junho Henrique Ribeiro e Frederico Carneiro estiveram presentes no evento FIEMGLab. Sustentabilidade, um encontro de negócios que aconteceu na Semana de Produção e Consumo Sustentáveis 2017. A iniciativa teve como objetivo acelerar o crescimento de startups para criar negócios de sucesso e inspirar a indústria mineira. Henrique Ribeiro apresentando a NETResíduos Diante de um cenário mundial desafiador, a indústria mineira busca caminhos que garantam um desenvolvimento sustentável. E a proposta do FIEMG Lab Sustentabilidade foi justamente debater cada um desses desafios unindo as soluções e a tecnologia das startups às necessidades de vários players da cadeia de setores industriais. Apresentação do sistema NETResíduos Para Frederico Carneiro, “o evento foi fantástico pois o público presente era proveniente de grandes empresas e todos estavam interessados em conhecer as inovações apresentadas pelas empresas palestrantes. Nossa apresentação focou nos resultados que nossos clientes alcançam com o uso da plataforma NETResíduos o que gerou grande interesse dos presentes em conhecer mais sobre o sistema. Ao final das apresentações houve uma rodada de perguntas e o público foi bem participativo, gerando discussões de alto nível e relevantes sobre o tema sustentabilidade”. Selson Gomes, André Medina, Henrique Ribeiro e Fred Carneiro Palestrantes do FIEMGLab. Sustentabilidade

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NETResíduos no 7º Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria

De 26 a 28 de junho a equipe da NETResíduos participará do 7º Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria. O evento é realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e busca debater as tendências em inovação e tecnologia digitais e de que forma elas impactarão a indústria brasileira. O Congresso será em São Paulo e contará com palestras, workshops e o CAMP DE INOVAÇÃO, uma dinâmica de startups voltada ao desenvolvimento de soluções que atendam demandas da indústria por meio de conexão e integração de startups com o mercado. A NETResíduos foi selecionada para compor o time de startups e a proposta é apresentar nossa solução para a indústria durante o evento. Além do potencial de gerar novos negócios e soluções inovadoras, o Camp é uma oportunidade para interação, integração e aprendizado com capacitação, troca de experiências e mentorias. Para saber mais informações sobre o evento e assistir as palestras online acesse o site: www.congressodeinovacao.com.br