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Você conhece o processo de implantação do Gerenciamento de Resíduos?

Para a implantação do Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil são necessárias adaptações físicas e culturais na obra, de forma a estabelecer diretrizes diferenciadas na rotina da obra para a eficiência do projeto. Como deve acontecer a implantação do gerenciamento de resíduos? Após a elaboração do PGRCC – Plano de Gerenciamento Resíduos da Construção Civil., para o start inicial do projeto são necessárias visitas periódicas de um profissional da área ambiental, com experiência em gerenciamento de resíduos, com o objetivo de checar a realização das atividades planejadas. O apoio remoto através meio de e-mails e telefone também é essencial para uma boa implantação, visando orientar à obra quanto às definições dos procedimentos operacionais e administrativos. O primeiro passo das atividades operacionais são as instalações das estruturas para armazenamento dos resíduos (baias, caixotes, lixeiras e afins), de acordo com o planejado no PGRCC – Plano de Gerenciamento Resíduos da Construção Civil. Quer uma dica especial para essa fase no caso da implantação ocorrer em obras já em andamento? Faça um mutirão de limpeza! Elimine do ambiente o acúmulo indevido de resíduos e, assim, inicie as atividades do gerenciamento com mais eficiência. Também é importante trabalhar a comunicação visual no ambiente da obra, neste caso é necessário identificar as estruturas de armazenamento de resíduos e inserir placas de sensibilização. Além das questões operacionais, as ações administrativas são fundamentais, estas são responsáveis por organizar as informações e documentar as atividades. Veja abaixo quais pastas são importantes no gerenciamento de resíduos: Outro ponto importante que devemos destacar na implantação do Gerenciamento de Resíduos é o Controle de Transporte de Resíduos (CTRs), deve-se ter um bom treinamento de como preencher e conferir para evitar erros e prejuízos para as obras. Para finalizar com chave de ouro a implantação do Gerenciamento de Resíduos, é necessário que todos os colaboradores estejam envolvidos e dispostos a realizar as atividades diariamente, pois bem sabemos que este é um processo continuo. Para a eficiência do projeto é primordial capacitar e sensibilizar esses profissionais multiplicadores, esse investimento valerá muito a pena! Você conhece a Capacitação e Sensibilização da Ambiência? Clique aqui e leia mais sobre esse programa diferenciado. Pronto, agora você já compreendeu um pouco mais sobre o Gerenciamento de Resíduos no canteiro de obras! Quer conhecer um software que te ajuda nesse processo? Saiba mais sobre a NETResíduos, uma solução online de Gerenciamento de Resíduos.

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Quais são as exigências da Secretaria de Meio Ambiente de BH relacionadas ao Gerenciamento de Resíduos?

A Legislação do Gerenciamento de Resíduos na capital mineira Em Belo Horizonte a Lei Municipal nº 10.522/12 que institui o Sistema de Gestão Sustentável de Resíduos da Construção Civil (RCC) e Resíduos Volumosos cita, em seu art. 14º, que todos os geradores de RCC, responsáveis por obras passíveis de obtenção de licença concedida pelo poder executivo, deverão elaborar e implementar o Plano de Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil, conhecido pela sigla PGRCC. Vale lembrar que as obras consideradas de impacto ambiental significativo, passíveis de licenciamento ambiental, estão sendo fiscalizadas e monitoradas pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMMA). Após a publicação da lei, as condicionantes ambientais dos empreendimentos de impacto, têm reforçado a exigência legal de se implementar o Plano de Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil e a obrigatoriedade de se apresentar relatórios periódicos, sejam trimestrais ou semestrais à SMMA, como forma de se comprovar as práticas realizadas. A avaliação dos relatórios periódicos tem sido muito criteriosa por parte dos técnicos da Secretaria de Meio Ambiente, dentre as principais exigências apresentadas podemos destacar: Os resíduos devem ser integralmente segregados na fonte de geração, não sendo recomendado a segregação em Áreas de Triagem e Transbordo (ATT); Apresentação da listagem de todos os resíduos destinados pela obra no período, devendo ser informado: tipo do resíduo, classe, transportador e área receptora; Apresentação dos Comprovantes de Transporte de Resíduos (CTRs), em meio digital, referente a todos os resíduos destinados no período, devidamente preenchidos e assinados pela obra, transportador e área receptora; Apresentação da documentação dos transportadores e áreas receptoras que atuaram na coleta e destinação dos resíduos gerados pela obra. Neste aspecto também têm sido cobrado que a licença ambiental especifique o resíduo no qual a empresa em questão está licenciada para transportar ou receber; É importante ressaltar que a destinação dos resíduos deverá ocorrer como indicado pela Resolução Conama nº 307/02, a qual cita: Quanto aos resíduos de sacos de cimento, argamassa e gesso esses são classificados como classe B pela SMMA, devendo ser enviados à coprocessamento, considerado como reciclagem pela mesma. Já os resíduos de madeira, segundo as exigências da Secretaria, caso seja enviado a empresas que utilizem o material como biomassa (fonte energética) é necessário solicitar ao órgão licenciador um ofício que comprove que a empresa está apta a receber este tipo de resíduo da construção civil. Ainda em se tratando da destinação dos resíduos, caso os mesmos sejam enviados à Área de Triagem e Transbordo (ATT) ou similar é exigido pela SMMA a apresentação do Certificado de Destinação Final (CDF). Como em Belo Horizonte, diversos municípios têm apresentado o mesmo rigor quanto ao Gerenciamento de Resíduos nas obras, o que remete à importância das construtoras de estabelecerem procedimentos padrões e eficientes para o adequado manejo dos resíduos gerados, a fim de se evitar multas e até mesmo embargos das obras. Tem obras em outros municípios? Saiba mais sobre o panorama da legislação municipal nos 200 maiores municípios brasileiros.

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Ambiental Regulatório Ambiental Voluntário Economia

Você sabe porque fazer o Gerenciamento de Resíduos?

O Gerenciamento de Resíduos no canteiro de obra deve considerar muito além das obrigações legais e normativas, e não deve ser visto como um entrave ao processo produtivo, muito pelo contrário, é necessário ser priorizado visando a conquista dos inúmeros benefícios ao ambiente de trabalho, aos colaboradores, à construtora e à sociedade. Geração e Destinação dos Resíduos A implantação de Gerenciamento de Resíduos se justifica se atentarmos ao alto índice de geração de resíduos no setor da construção civil que é considerado um dos mais impactantes da sociedade, sendo responsável – segundo o MMA – Ministério do Meio Ambiente (BRASIL, 2012) – por um volume de resíduo que pode representar o dobro dos resíduos domiciliares gerados nos municípios brasileiros. Apesar do alto índice de geração, o setor da construção civil apresenta taxas irrisórias de reaproveitamento e reciclagem, o que induz a alarmantes, e crescentes, casos de deposições clandestinas, uma vez que os resíduos gerados nas obras não são vistos como matérias primas, resultando no descarte inadequado. Ocorrências de deposições clandestinas nos municípios brasileiros são, infelizmente, corriqueiras. Tal situação está diretamente associada a impactos ambientais significativos e altos custos para o poder público municipal, como ocorre, por exemplo, no município de Santo André/SP, que, segundo Macario (2016), gasta R$ 550 mil mensais para limpeza dos mais de 100 pontos de descartes irregulares. O grande volume de deposição clandestina remete à importância das construtoras contratarem transportadores e áreas receptoras devidamente licenciadas e de exigirem a apresentação de CTRs (comprovante de transporte de resíduos), o que garante a destinação correta e o devido registro dos procedimentos realizados. Resíduos: custos e desperdício A geração de resíduos deve sempre ser considerada como desperdício e custo. Neste aspecto, por exemplo, a melhoria no armazenamento e transporte dos materiais no canteiro de obras será responsável pela drástica redução da perda (geração de resíduos), e consequentemente, contribuirá para gerar economia ao empreendimento. Além da economia, um sistema de gerenciamento de resíduos, adequadamente implantado, trará ao canteiro de obras uma relevante melhoria na organização e limpeza, além de melhorar o ambiente de trabalho. Todos esses fatores irão colaborar para a redução do risco de acidentes e contribuirão significativamente para a melhoria da imagem da construtora. Os aspectos legais do Gerenciamento de Resíduos Vale lembrar também dos aspectos legais, considerando que a implantação do gerenciamento de resíduos nos canteiros de obras é indiscutível, uma vez que o tema é regulamentado, tanto em âmbito nacional, estadual e municipal, com destaque para a primeira resolução sobre o tema no Brasil, a Resolução Conama nº 307/02 que “estabelece diretrizes, critérios e procedimentos para a gestão dos resíduos da construção civil”, que é referência para todas as leis e normas publicadas posteriormente, como por exemplo, a Política Nacional de Resíduos Sólidos, Lei 12.305/10, clique aqui e saiba mais sobre nossa política nacional. No âmbito municipal, as leis têm caráter mais prático e operacional, essas visam à regulação dos agentes relacionados ao fluxo do RCC, como é o caso da Lei nº 10.522/12 em Belo Horizonte/MG e a Lei nº 10.280/09 de Uberlândia/MG, que são ferramentas importantes para as ações fiscalizatórias, que podem impactar diretamente os empreendimentos. Na esfera regulatória deve-se também citar as inúmeras exigências normativas – direta ou indiretamente relacionadas ao gerenciamento de resíduos – de cerificações como: PBQP-H, ISO 9001, ISO 14.000, AQUA, LEED e Casa Azul. Saiba mais sobre as questões legais do Gerenciamento de Resíduos. Por fim, vale a pena ressaltar que a implantação do registro da geração de resíduos gerará um importante banco de dados que poderá ser empregado pela construtora tanto em procedimentos relacionados à melhoria contínua dos processos quanto em planejamento de novos empreendimentos. Como Implantar uma Solução Para saber mais sobre como implementar um sistema de gerenciamento de resíduos eficaz e os benefícios que ele pode trazer para sua obra, entre em contato conosco através do nosso site. Estamos prontos para ajudar você a transformar a gestão de resíduos em um diferencial competitivo para sua construtora. REFERÊNCIAS BELO HORIZONTE (Município). Constituição (2012). Lei nº 10522, de 28 de agosto de 2012. Institui o Sistema de Gestão Sustentável de Resíduos da Construção Civil e Resíduos Volumosos – SGRCC – e o Plano Municipal de Gerenciamento Integrado de Resíduos da Construção Civil e Resíduos Volumosos – PMRCC, e dá outras providências.2012. BRASIL. Ministério do Meio Ambiente, ICLEI – Brasil. Planos de gestão de resíduos sólidos: manual de orientação. Brasília, 2012. BRASIL. Ministério do Meio Ambiente. Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA. Resolução no 307, de 05 de julho de 2002. Estabelece diretrizes, critérios e procedimentos para a gestão dos resíduos da construção civil. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF. 2002. BRASIL. IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Estimativa de População – 2015. MACARIO, Daniel. Semasa gasta R$ 550 mil por mês com descarte irregular. 2016. Disponível em: Semasa gasta R$ 550 mil por mês com descarte irregular – 31/07/2016 | Diário do Grande ABC. Acesso em: 31 jul. 2016. UBERLÂNDIA (Município). Lei nº 10280, de 28 de setembro de 2009. Institui o Sistema Municipal para a Gestão Sustentável de Resíduos da Construção Civil e Resíduos Volumosos. 2009.

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1º Workshop de Sustentabilidade e Responsabilidade Social para Startups e Empresas de Base Tecnológica

O 1º Workshop de Sustentabilidade e Responsabilidade Social para Startups e Empresas de Base Tecnológica aconteceu no dia 22 de junho, no Centro Universitário Una, em Belo Horizonte. O evento teve como objetivo estimular o debate sobre a estruturação de projetos e a adoção de práticas com foco no desenvolvimento sustentável no contexto das startups e empresas de base tecnológica, apresentando as potencialidades e diferenciais competitivos que os negócios sustentáveis possuem para a sua internacionalização. Henrique Ribeiro CEO da NETResíduos participou de uma das mesas redondas do evento que discutiu como a sustentabilidade pode estar inserida em startups e empresas de base tecnológicas. Na oportunidades Henrique reforçou o conceito que rege as ações da empresa, que tem como base a geração de resultados positivos através da sustentabilidade, tanto econômicos, quanto ambientais e sociais.

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NETResíduos no FIEMGLab. Sustentabilidade

No dia 21 de junho Henrique Ribeiro e Frederico Carneiro estiveram presentes no evento FIEMGLab. Sustentabilidade, um encontro de negócios que aconteceu na Semana de Produção e Consumo Sustentáveis 2017. A iniciativa teve como objetivo acelerar o crescimento de startups para criar negócios de sucesso e inspirar a indústria mineira. Henrique Ribeiro apresentando a NETResíduos Diante de um cenário mundial desafiador, a indústria mineira busca caminhos que garantam um desenvolvimento sustentável. E a proposta do FIEMG Lab Sustentabilidade foi justamente debater cada um desses desafios unindo as soluções e a tecnologia das startups às necessidades de vários players da cadeia de setores industriais. Apresentação do sistema NETResíduos Para Frederico Carneiro, “o evento foi fantástico pois o público presente era proveniente de grandes empresas e todos estavam interessados em conhecer as inovações apresentadas pelas empresas palestrantes. Nossa apresentação focou nos resultados que nossos clientes alcançam com o uso da plataforma NETResíduos o que gerou grande interesse dos presentes em conhecer mais sobre o sistema. Ao final das apresentações houve uma rodada de perguntas e o público foi bem participativo, gerando discussões de alto nível e relevantes sobre o tema sustentabilidade”. Selson Gomes, André Medina, Henrique Ribeiro e Fred Carneiro Palestrantes do FIEMGLab. Sustentabilidade

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NETResíduos no 7º Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria

De 26 a 28 de junho a equipe da NETResíduos participará do 7º Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria. O evento é realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e busca debater as tendências em inovação e tecnologia digitais e de que forma elas impactarão a indústria brasileira. O Congresso será em São Paulo e contará com palestras, workshops e o CAMP DE INOVAÇÃO, uma dinâmica de startups voltada ao desenvolvimento de soluções que atendam demandas da indústria por meio de conexão e integração de startups com o mercado. A NETResíduos foi selecionada para compor o time de startups e a proposta é apresentar nossa solução para a indústria durante o evento. Além do potencial de gerar novos negócios e soluções inovadoras, o Camp é uma oportunidade para interação, integração e aprendizado com capacitação, troca de experiências e mentorias. Para saber mais informações sobre o evento e assistir as palestras online acesse o site: www.congressodeinovacao.com.br

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NETResíduos conquista InovAtiva Brasil

A empresa foi uma das vencedoras do programa de aceleração, que seleciona e prepara startups em todo país para o mercado A empresa NETResíduos foi uma das vencedoras do Inovativa Brasil após passar pelo Demoday InovAtiva, a maior banca de startups do Brasil, realizado nessa segunda-feira (29) na Escola de Negócios do SEBRAE em São Paulo. O evento marcou o encerramento do primeiro Ciclo de aceleração de 2016 InovAtiva Brasil, maior programa de aceleração de startups no país. Foram 12 empresas vencedoras, das 118 empresas inovadoras iniciantes, as quais foram divididas em seis bancas setoriais, e apresentaram seus negócios a mais de 100 investidores e executivos de grandes empresas. O programa Inovativa teve mais de 1.300 projetos submetidos em fevereiro, dos quais 300 foram selecionados para aceleração. Foram quase cinco meses de capacitação e mentorias individuais como preparação para o pitch de cinco minutos a potenciais investidores, clientes e parceiros. “A participação no programa nos permitiu ter acesso à importantes e capacitados mentores que nos apoiaram no desenvolvimento do negócio, o que nos trouxe orientações valiosas e estratégicas. A oportunidade de realizar a apresentação (pitch) no Demoday InovAtiva foi incrível, poder demonstrar nossa solução à investidores e empresários de destaque nacional foi uma oportunidade extraordinária”, afirmou Henrique Ribeiro, diretor da empresa. Duas startups de cada categoria foram selecionadas. São elas: TIC – Soluções B2B, Big Data e IoT: Nama e Atmosfero. TIC – Setor Financeiro, Logística, Mídia e Serviços: EASYCRÉDITO e JáTá Chegando.  Produtos e soluções B2C, Comércio Eletrônico e Varejo – AdTools e Menu for Tourist. Educação e Acessibilidade – Listen e Voopyn. Saúde, Biotecnologia, Química e Agronegócios – OncoTag e Taquion  Soluções para indústria, infraestrutura e construção civil, energia, telecomunicações e automotivo – Aerointel e NETResíduos. O NETResíduos é um sistema online de gerenciamento de resíduos da construção civil que permite às construtoras ter total controle dos dados relacionados à geração de resíduos nas obras, permitindo assim a geração de indicadores estratégicos que serão utilizados pelos gestores na melhoria contínua de seus processos. Para Marcos Vinícius de Souza, Secretário de Inovação e Novos Negócios do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), que realiza o programa em parceria com o SEBRAE, o evento realizado na última segunda consolida todo o trabalho e dedicação dos participantes. “O interesse de mais de uma centena de investidores anjo, executivos de fundos de investimento, representantes de aceleradoras e de grandes empresas que é prova de que o InovAtiva se consolidou como uma das principais fontes de startups de qualidade para o mercado. Eles sabem que aqui tem grande chance de encontrar excelentes oportunidades de investimentos e negócios”, ressalta. Para mais informações sobre o InovAtiva Brasil, acesse www.inovativabrasil.com.br. O próximo Ciclo de aceleração do programa começa em fevereiro de 2017. Para conhecer mais sobre o sistema NETResíduos acesse www.netresiduos.com.br.