Quando realizamos uma obra, seja residencial ou comercial, sempre nos deparamos com o dilema de como destinar nossos resíduos. Uma infinidade de ligações para encontrar uma caçamba e, em meio a todo esse processo, ainda corremos o risco de contratar um serviço que não é legalizado e sermos responsabilizados pelo descarte incorreto. Afinal, o gerador também é responsável pelo descarte final dos resíduos, você sabia? Pensando nisso a NETResíduos desenvolveu uma solução simples e fácil que agilizará esse processo: o Peça Caçamba. Com apenas um clique você encontrará uma caçamba licenciada, com o menor preço e a garantia de um serviço de qualidade. Para receber o orçamento do melhor custo/benefício, o usuário deverá preencher as informações básicas como o tipo de resíduo, o endereço da coleta e seus dados para contato. O site reúne empresas legalizadas de Belo Horizonte e região metropolitana e, através de uma pesquisa no banco de dados do sistema, é oferecido ao usuário a melhor opção. Para facilitar a logística o pagamento é realizado junto aos transportadores no ato da coleta, rápido e prático! Para Henrique Ribeiro, CEO da NETResíduos, “o Peça Caçamba vem pra facilitar a vida das pessoas que estão construindo ou reformando e tem dificuldades na hora de descartar os resíduos gerados na obra. Diante de tantas opções encontradas na internet como saber o melhor preço, se a empresa está legalizada, se vai destinar corretamente os resíduos ou mesmo presta um serviço de qualidade? São muitas dúvidas que para serem respondidas demandará de muita pesquisa e inúmeras ligações! Mas com o Peça Caçamba tudo é fica fácil e rápido! Nós selecionamos as empresas, considerando a legalidade da empresa, qualidade da prestação de serviço e preço e garantimos a melhor escolha para quem precisa contratar uma caçamba de destinar seus resíduos! A contração é feita com um clique, em poucos minutos, com um esforço quase nulo! E qual o resultado? Menos dor de cabeça, a garantia da melhor contratação e a certeza que o resíduo não vai parar em um lote vago ou em um córrego!” Você sabe como funciona a regulamentação das caçambas em Belo Horizonte? A Ambiência publicou em seu site um resumo das principais diretrizes para sinalizar, transportar e retirar uma caçamba em locais públicos, clique aqui e se informe mais sobre o assunto. O Peça Caçamba é um produto da NETResíduos. Você já conhece a NETResíduos? Nós temos a melhor solução para gerenciamento de resíduos online, um sistema fácil, rápido e intuitivo que colabora para que o gerenciamento de resíduos aconteça e que você possa economizar no dia a dia da sua empresa. Entre em contato com a nossa equipe de vendas e veja como podemos te ajudar!
Porque não devemos descartar o resíduo eletroeletrônico em qualquer lugar? O resíduo eletroeletrônico não deve ser descartado junto ao lixo comum, a grande questão é que esses materiais contêm em sua composição toxinas como mercúrio, o chumbo, o cádmio e o berílio, que podem contaminar o solo e os lençóis freáticos. Garantir que todo o material tenha o destino apropriado e não se torne um problema para o planeta é responsabilidade de todos nós! Ao pensar nos resíduos eletroeletrônicos logo lembramos dos televisores, aparelhos de rádio e computadores mas, é preciso colocar nessa lista as pilhas, baterias, lâmpadas fluorescentes, acessórios eletrônicos – como cabos e fios – DVD players, videocassetes, câmeras digitais e eletrodomésticos em geral. A nossa Política Nacional de Resíduos Sólidos, implementada pela Lei Federal 12.305/2010, institui a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos, sendo: “conjunto de atribuições individualizadas e encadeadas dos fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes, dos consumidores, para minimizar o volume de resíduos sólidos e rejeitos gerados, bem como para reduzir os impactos causados à saúde humana e à qualidade ambiental.” E ainda estabelece a implantação de um programa de logística reversa para uma série de produtos, dentre eles os resíduos eletroeletrônicos. Um mapa global desenvolvido pela ONU estima que em 2017 o mundo vai atingir a marca de 65,4 milhões de toneladas de resíduos eletroeletrônicos descartados. Ainda de acordo com a ONU, hoje, no Brasil, nós descartamos mais de meio quilo destes materiais por ano por habitante, um total de 96,8 mil toneladas ano, o que nos torna o país com o péssimo título de maior gerador de resíduos eletroeletrônicos entre os países emergentes. A “reciclagem” não é novidade, conhecemos há anos a ideia por trás dessa prática, que tem por objetivo reduzir o desperdício e o consumo de matérias-prima incentivando o reaproveitamento de materiais. Dados divulgados pela ONU apontam que o mercado global de resíduos eletroeletrônicos movimenta aproximadamente US$ 400 bilhões por ano, o Brasil, porém, ainda recicla pouco – apenas 2%. O Ministério do Meio Ambiente estima que tornar a reciclagem uma prática comum no país contribuiria para a geração de até dez mil empregos e de cerca de R$ 700 milhões em recursos! Onde descartar o resíduos eletroeletrônico em Belo Horizonte: Pontos de coleta Por toda a cidade, existem pontos de coleta de resíduo eletroeletrônico. Por meio deles, é possível deixar os materiais para que sejam encaminhados à empresas de reciclagem especializadas: shoppings como o Boulevard Shopping, bancos, supermercados, como o Verdemar, ou junto à empresas de reciclagem de eletroeletrônicos. Coleta gratuita A BH Recicla oferece o serviço de coleta gratuita para pequenos e grandes volumes de lixo eletrônico. Não há limite mínimo de materiais para solicitar o serviço. Basta entrar em contato e aguardar a coleta. Devolver ao fabricante Grandes fabricantes de produtos de informática, como por exemplo, Dell, Epson, Apple, entre outras, já possuem sistemas de coleta domiciliar. Você deve ligar ou enviar um e-mail e a empresa vai até sua residência buscar o produto. Além disso, todas as operadoras de celular têm coleta de baterias e aparelhos em suas milhares de revendas espalhadas pelo Brasil. A sustentabilidade está entre os fatores que influenciam cada vez mais o relacionamento entre empresas e sociedade. A NETResíduos se preocupa com a preservação ambiental, por isso buscamos compartilhar informações de interesse da sociedade, afinal o conhecimento é a melhor forma de gerar mudanças! E então, pronto para começar a reciclar seu resíduo eletroeletrônico?
1° Fórum Municipal Lixo Zero Belo Horizonte – NETResíduos estará lá!
NETResíduos é presença confirmada no 1° Fórum Municipal Lixo Zero Belo Horizonte! Compartilhando da ideia do Instituto Lixo Zero Brasil que é difundir o conceito Lixo Zero pelo Brasil, articular, mobilizar e provocar novas atitudes nas comunidades nacionais e internacionais, o 1° Fórum Municipal Lixo Zero Belo Horizonte é uma ferramenta para mostrar à sociedade grandes exemplos dessa mudança possível. Pessoas, empresas, instituições que mudaram seu comportamento em relação aos resíduos, assumiram uma responsabilidade frente a este problema que se refere a todos nós. Quem são os convidados? Só gente interessante para esse bate-papo! A programação conta com uma extensa participação de palestrantes ligados a esse universo da reciclagem, sustentabilidade e meio ambiente. Carolina Antunes, fundadora da NAÇÃO BH, abrirá o 1º Fórum Municipal Lixo Zero Belo Horizonte, contando sua experiência com o trabalho colaborativo e como obtém resultados de impacto. Juliana Travassos, professora na Fundação Dom Cabral, falará no bate-papo ‘Tendências Lixo Zero’, trazendo um panorama das práticas de reciclagem ao redor do mundo e aqui no Brasil. Ricardo Mortara Batistic, CTO da Be.Green, também participará deste bate-papo apresentando as novas tecnologias desenvolvidas no dia-a-dia da primeira fazenda urbana da América Latina, a Be.Green! Já cansou de guardar uma mala enorme no seu apartamento pequeno, só para usá-la duas vezes por ano? Tiago Santiago Botelho, Fundador e CEO da GetMalas – Aluguel de Malas, participará no bate-papo \’Redução e Reuso\’ e apresentará como cada mala pode ser utilizada por 22 pessoas e como esse reuso é fundamental para mantermos um consumo consciente. Hoje, milhões de toneladas de lixo são descartados de forma incorreta no Brasil, Vitorino Oliveira, Sócio-diretor da BH Recicla, falará no bate-papo ‘Reciclagem’ sobre os perigos do lixo eletrônico e como a BH Recicla chegou a realizar em torno de 700 atendimentos por mês a pessoas e empresas buscando equipamentos para reciclagem, contribuindo com a preservação do meio ambiente. Débora Casapê, sócia da EcoMudança, é uma das convidadas para participar do bate-papo \’Educação e Conscientização Ambiental\’, onde apresentará sua missão de incentivar e disseminar atitudes ecologicamente sustentáveis para que as pessoas, cidades e o planeta tenham uma vida mais saudável! Livia Mello, engenheira metalúrgica na Votorantim Metais, também participará desse bate-papo conversando sobre engajamento ambiental e seus resultados na Votorantim, multinacional que atua em diversos setores estratégicos da economia e está presente em 23 países. Mazza Pena, da Maria Reciclona, contribuirá nesse bate-papo compartilhando algumas experiências com a educação ambiental na prática. No bate-papo ‘Compostagem e Agricultura Urbana’ participarão Tiago Morais, sócio da Passei.o Verde Jardins Comestíveis, apresentando seu trabalho de construir uma cidade mais verde com jardins comestíveis e Fernanda Rocha Vidal, da Casa Horta, expondo sua experiência em incentivar um sistema alimentar mais justo, saudável e sem agrotóxicos. Nós da NETResíduos participaremos no bate-papo ‘Desenvolvimento Local e Políticas Públicas’, contando um pouco sobre o Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos de Belo Horizonte (PMGIRS-BH) e o papel de tecnologia no gerenciamento de resíduos. Conosco nesse bate-papo estará Tatiana dos Santos Silva, co-fundadora do FA.VELA. Quando será? O 1° Fórum Municipal Lixo Zero Belo Horizonte acontecerá dia 22 de setembro, próxima sexta-feira, no espaço Be.Green, no Boulevard Shopping. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas aqui. Confira a programação completa: Acompanhe o evento pelas nossas redes socias! #ForumLixoZeroBH #NETResíduosnaMídia #Seed #FIEMGLab #SebraeInovação
Você sabe como são classificados os Resíduos Sólidos? A classificação de Resíduos Sólidos envolve a identificação do processo ou atividade do qual ele originou. Além disso, precisamos identificar seus constituintes e características, a comparação destes constituintes com listagens de resíduos e substâncias e seu impacto à saúde e ao meio ambiente. Os resíduos classificados segundo a NBR 10.004/2004 Resíduos Classe I – Perigosos De acordo com a NBR 10004/2004, resíduos perigosos são aqueles que apresentam periculosidade, “(..) característica apresentada por um resíduo que, em função de suas propriedades físicas, químicas ou infecto-contagiosas, pode apresentar: risco à saúde pública, provocando mortalidade, incidência de doenças ou acentuando seus índices; riscos ao meio ambiente, quando o resíduo for gerenciado de forma inadequada.” Você já ouviu falar sobre as características de periculosidade? Para Resíduos Classe I estes são: inflamabilidade, corrosividade, reatividade, toxicidade e patogenicidade. Na construção civil podemos citar como exemplos de resíduos perigosos as tintas, impermeabilizantes e produtos químicos em geral. Resíduos Classe II A – Não Perigosos Não Inertes São resíduos que podem apresentar propriedades como: biodegradabilidade, combustibilidade ou solubilidade em água. Alguns exemplos que podemos encontrar no canteiro de obras são lamas de sistemas de tratamento de águas, limalha de ferro, poliuretano, fibras de vidro, lodos provenientes de filtros, EPIs (uniformes e botas de borracha) e gessos. Resíduos Classe II B – Não Perigosos Inertes São resíduos que podem ser dispostos em aterros sanitários ou reciclados, pois não sofrem qualquer tipo de alteração em sua composição com o passar do tempo. O solo e Concreto/cerâmico são exemplos de Resíduos Classe II B. Segundo a Resolução Conama Nº 307/2002 a classificação funciona da seguinte maneira: A Resolução Conama Nº 307/2002, estabelece diretrizes, critérios e procedimentos para a Gerenciamento dos Resíduos da construção civil. De acordo com esta resolução, é baseado a segregação e organização dos resíduos no canteiro de obras, sendo classificados em 4 classe: A, B, C e D. Classe A São os resíduos reutilizáveis ou recicláveis como agregados, tais como: De construção, demolição, reformas e reparos de pavimentação e de outras obras de infra-estrutura, inclusive solos provenientes de terraplanagem; De construção, demolição, reformas e reparos de edificações: componentes cerâmicos (tijolos, blocos, telhas, placas de revestimentos etc.); De processo de fabricação e/ou demolição de peças pré-moldadas em concreto (blocos, tubos, meio-fios e etc.); Classe B Resíduos recicláveis para outras destinações tais como: plástico, papel, metal, vidro, madeira e gesso. Classe C São os resíduos para os quais não foram desenvolvidas tecnologias ou aplicações economicamente viáveis que permitam a sua reciclagem ou recuperação. Pode-se citar como exemplo dos resíduos Classe C que são gerados na construção civil: espumas expansivas, fitas de amarração de blocos de concreto, telas de proteção, etc. Classe D São resíduos perigosos oriundos do processo de construção, tais como tintas, solventes, óleos e outros ou aqueles contaminados ou prejudiciais à saúde oriundos de demolições, reformas e reparos de clínicas radiológicas, instalações industriais e outros, bem como telhas e demais objetos e materiais que contenham amianto ou outros produtos nocivos à saúde. Baseado nas normas citadas e na vivência de obra a Ambiência Soluções Sustentáveis criou uma nomenclatura de fácil entendimento para os Resíduos Sólidos encontrados no canteiro de obras, veja como é simples e didático: Quer saber mais sobre como implantar o Gerenciamento de Resíduos na Construção Civil e fazer a classificação dos Resíduos Sólidos para ter um Gerenciamento de Resíduos de forma eficiente? Leia nosso artigo Como Implantar o Gerenciamento de Residuos.
Fonte: G1 | Autor: Wellington Roberto | Publicação: 23/08/16 A Câmara Municipal de Presidente Prudente aprovou na sessão ordinária desta segunda-feira (22) um projeto de lei, de autoria do Poder Executivo, que autoriza o município a firmar um convênio com a Universidade Estadual Paulista (Unesp) para a execução de um projeto de extensão que visa ao aproveitamento de entulho na cidade. O texto foi aprovado pela Casa de Leis em primeira e segunda discussões, com pedido de urgência. Conforme o secretário municipal do Meio Ambiente, Wilson Portella Rodrigues, a Prefeitura disponibilizará uma verba no valor de R$ 28.900 para a realização dos trabalhos. Segundo Rodrigues, os estudantes poderão desenvolver com o convênio um reaproveitamento de resíduos da construção civil que poderão ser utilizados em obras da própria Prefeitura. “É um trabalho importante, pois é uma maneira de contribuirmos para a preservação do meio ambiente. O material que seria descartado, de alguma maneira até irregularmente, poderá ser reutilizado em benfeitorias para a população e para o meio ambiente”, explicou o secretário ao G1. Conforme o professor responsável pelo projeto de extensão, Fernando Sérgio Okimoto, os trabalhos já estão em andamento e o valor disponibilizado através do convênio será revertido para a compra de uma máquina trituradora de resíduos. “Com esse equipamento, poderemos triturar resíduos de concreto, argamassa, tijolos e cerâmicas. Após esse processo, o material poderá ser utilizado para a realização de concreto com agregados reciclados, dispensando o uso de areia e de pedras britas”, explicou o professor. Okimoto relatou ao G1 que a ideia do projeto surgiu quando os pesquisadores realizaram a requalificação ambiental de uma área verde localizada no Jardim Morumbi, em Presidente Prudente. “Apresentamos uma série de medidas de benefícios do projeto ao Ministério Público Estadual [MPE], através da Promotoria de Justiça do Meio Ambiente, que nos orientou a buscar auxílio no Fundo Municipal do Meio Ambiente, para a compra do equipamento”, afirmou. Os pesquisadores apresentaram o projeto ao órgão municipal e se dispuseram a realizar os trabalhos que também beneficiarão o poder público. “Não tínhamos condições de realizar a compra do equipamento. Dessa maneira, a reitoria da Unesp disponibilizou R$ 30 mil e a Prefeitura se comprometeu a ajudar com o restante. Com esse equipamento, é possível triturar seis metros cúbicos de resíduos por hora”, detalhou ao G1. Conforme Okimoto, a máquina também poderá triturar madeira e plástico. O pesquisador ainda relatou ao G1 que novas pesquisas serão realizadas para que os resíduos desses materiais também sejam reutilizados. Atualmente, o projeto de extensão conta com oito alunos do curso de arquitetura da Unesp.

