Eficiência no canteiro de obras
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Eficiência no canteiro de obras

Veja como foi a parceria entre a NETResíduos, Ambiência e Q2 Management na realização do webinar Gerenciamento de Resíduos e Qualidade de Processos: Eficiência no canteiro de obras Em julho, realizamos o webinar Gerenciamento de Resíduos e Qualidade de Processos: Eficiência no canteiro de obras idealizado pela NETResíduos, Ambiência e Q2 Management. O grande objetivo do evento era trazer uma luz sobre a temática de gerenciamento de resíduos e qualidade nos processos do setor da construção civil. Afinal, a Construção Civil é um dos setores produtivos que mais gera resíduos aqui no Brasil e em grande parte do mundo, estima-se que 40% a 60% do resíduo sólido urbano tenha sua origem na indústria da construção. Para Henrique Ribeiro, CEO da NETResíduos e palestrante no webinar, o evento \”na perspectiva do cliente foi muito positivo pois, teve uma visão geral do que as auditorias e o sistema de qualidade cobram no dia-a-dia, tanto em quesito operacional quanto documentação. Como foi prático, objetivo e com muitos exemplos reais os participantes puderam compreender as dificuldade e os resultados obtidos através de um gerenciamento de resíduos realizado com eficiência.\”  Já Edmilson Antônio, CEO da Q2 Management, \”a realização do webinar em conjunto com o Henrique trouxe diversas informações relevantes sobre boas práticas no gerenciamento de resíduos provenientes dos canteiros de obra e ajudou diversos profissionais atuantes nesse setor a entenderem que é estratégico para qualquer empresa o planejamento dessas atividades para garantir não apenas a conformidade legal do negócio, mas também sua sustentabilidade\”. O evento teve uma grande participação e interação dos ouvintes. Você participou e ficou com alguma dúvida? Mande para a NETResíduos que vamos respondê-la! Fique ligado em nossas redes sociais e acompanhe os próximos evento que estão agendados! Conheça um pouco mais sobre as idealizadoras desse evento: A Ambiência em 2008 foi concebida com o intuito de atuar de forma inovadora no mercado de serviços ambientais e construção civil. Todos os seus serviços estão baseados no conceito da sustentabilidade, buscando a redução dos impactos ambientais e geração de benefícios (econômicos, ambientais e sociais) aos envolvidos. Da união de duas empresas, uma de consultoria em soluções sustentáveis e outra de tecnologia, surgiu a NETResíduos, uma plataforma online que registra e auxilia o monitoramento de resíduos na construção civil. Fundada em 2011, a Q2 Management nasceu para atender as necessidades na busca de qualidade e produtividade de pequenas e médias empresas atuantes na Indústria da Construção Civil, especialmente construtoras e incorporadoras que buscam melhorar os resultados do negócio por meio de processos mais eficientes e um melhor atendimento as demandas e expectativas de seus clientes.

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Participe do webinar: Gerenciamento de Resíduos e Qualidade de Processos: Eficiência no canteiro de obras

A Construção Civil é um dos setores produtivos que mais gera resíduos aqui no Brasil e em grande parte do mundo, estima-se que 40% a 60% do resíduo sólido urbano tenha sua origem na indústria da construção. O gerenciamento desse resíduo torna-se cada vez mais presente no cotidiano dos empresários, entidades do setor e na sociedade que está mais consciente da necessidade de cuidar do meio ambiente. Para trazer uma luz sobre a temática de gerenciamento de resíduos e qualidade nos processos do setor da construção civil, a Ambiência Soluções Sustentáveis, NETResíduos e Q2 Management se uniram e elaboraram o webinar: Gerenciamento de Resíduos e Qualidade de Processos: Eficiência no canteiro de obras, que acontecerá dia 17 de julho às 15:00h. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas pelo site do sympla. As temáticas que serão abordadas durante o evento estão relacionadas as boas práticas no gerenciamento dos resíduos da construção, abordando as dúvidas mais frequentes sobre esse tema dentro dos requisitos do PBQP-h, do cumprimento da legislação ambiental vigente e das estratégias que as empresas do setor podem adotar para a prevenção de passivos ambientais, bem como, a diminuição de seu impacto ambiental nas atividades desenvolvidas. Henrique Ribeiro, C&O da Ambiência e da NETResíduos, será um dos palestrantes e contou que “a iniciativa do evento tem como premissa levar o conhecimento sobre o Gerenciamento de Resíduos para todos, pois nós acreditamos que difundir as boas práticas sobre o resíduo impacta diretamente na sociedade e contribui para a construção de um futuro melhor, além de apresentar as empresas do setor da construção civil as possibilidades de economia de recursos, redução de riscos e mais eficiência no canteiro de obras.” O webinar contará também com a presença de Edmilson Antônio, C&O Q2 Management, que é especialista em Qualidade e Produtividade e pós-graduado em Administração de Empresas pela FGV – Fundação Getúlio Vargas. Atua diariamente na melhoria de processos e na certificação de empresas da indústria da Construção Civil. Essa será uma oportunidade única de obter mais informações sobre o gerenciamento de resíduos e como a melhoria dos processos e as certificações impactam diretamente na eficiência das construtoras. Conheça um pouco mais sobre as idealizadoras desse evento: A Ambiência em 2008 foi concebida com o intuito de atuar de forma inovadora no mercado de serviços ambientais e construção civil. Todos os seus serviços estão baseados no conceito da sustentabilidade, buscando a redução dos impactos ambientais e geração de benefícios (econômicos, ambientais e sociais) aos envolvidos. Da união de duas empresas, uma de consultoria em soluções sustentáveis e outra de tecnologia, surgiu a NETResíduos, uma plataforma online que registra e auxilia o monitoramento de resíduos na construção civil. Fundada em 2011, a Q2 Management nasceu para atender as necessidades na busca de qualidade e produtividade de pequenas e médias empresas atuantes na Indústria da Construção Civil, especialmente construtoras e incorporadoras que buscam melhorar os resultados do negócio por meio de processos mais eficientes e um melhor atendimento as demandas e expectativas de seus clientes.

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Descarte inadequado de Resíduos da Construção Civil é passível de multa?

Mesmo diante das penalidades estabelecidas por lei, a proibição de descarte de Resíduos da Construção Civil em aterro sanitário não tem sido respeitada por algumas construtoras. A preocupação com a destinação adequada dos resíduos gerados pelas atividades de construção civil vem aumentando simultaneamente à publicação de normas e leis a respeito do tema. Por isso, as obras devem buscar, de forma constante, a melhor alternativa para destinar os resíduos gerados, levando em consideração principalmente a documentação dos transportadores e áreas receptoras. A Resolução Conama 307/2002, em seu Art. 4 estabelece os locais nos quais os resíduos da construção civil não devem ser dispostos: Art. 4º –  § 1º Os resíduos da construção civil não poderão ser dispostos em aterros de resíduos sólidos urbanos, em áreas de “bota fora”, em encostas, corpos d’água, lotes vagos e em áreas protegidas por Lei. (nova redação dada pela Resolução 448/12) Diversos municípios já contam com leis municipais específicas do gerenciamento de resíduos da construção civil, como no caso de Belo Horizonte, com a Lei 10.522 sancionada em 2012. A citada lei reafirma o que foi estabelecido pela Resolução Conama 307 no que diz respeito a disposição dos RCC: Art. 30 – Os resíduos da construção civil e os resíduos volumosos não podem ser dispostos em aterros sanitários. Art. 31 – Os resíduos da construção civil e os resíduos volumosos não podem ser dispostos nos passeios, vias públicas, quarteirões fechados, praças, jardins, escadarias, passagens, túneis, viadutos, canais, pontes, dispositivos de drenagem de águas pluviais, lagos, lagoas, rios, córregos, depressões, quaisquer áreas públicas ou terrenos não edificados ou não utilizados de propriedade pública ou privada, bem como em pontos de confinamento de resíduos públicos ou em contenedores de resíduos de uso exclusivo da Superintendência de Limpeza Urbana – SLU – e outros tipos de áreas não licenciadas. Você sabe quais municípios contam com leis específicas sobre o Gerenciamento de Resíduos na Construção Civil ? Em nosso post você pode conhecer essas cidades e as leis de cada um. Quais são as penalidades? Vale ressaltar que os geradores são responsáveis por todo fluxo dos resíduos, desde a sua geração até o descarte final, e que caso não sejam cumpridas as normas e leis estabelecidas, os infratores poderão ser penalizados, de acordo com cada legislação municipal, mas de forma geral as possibilidades de penalidades são: Advertência Multa Suspensão do exercício da atividade Cassação do alvará e/ou da licença de funcionamento da atividade Neste aspecto é necessário que a construtora tenha conhecimento da realidade local e regional de todos os agentes envolvidos no descarte de Resíduos da Construção Civil, garantindo assim que sejam destinados para áreas devidamente licenciadas para este fim. O gerenciamento inadequado dos resíduos pode ocasionar prejuízos ambientais e socioeconômicos com conseqüente ônus à sociedade, além de acarretar penalidades e multas à construtora. Você sabe quais são os passos para implantar um Gerenciamento de Resíduos no canteiro de obras? Em nosso post Você conhece o processo de implantação do Gerenciamento de Resíduos? você encontra o caminho e algumas dicas para que o Gerenciamento de Resíduos seja implantado com sucesso e eficiência!

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Como são classificados os Resíduos Sólidos?

Você sabe como são classificados os Resíduos Sólidos? A classificação de Resíduos Sólidos envolve a identificação do processo ou atividade do qual ele originou. Além disso, precisamos identificar seus constituintes e características, a comparação destes constituintes com listagens de resíduos e substâncias e seu impacto à saúde e ao meio ambiente. Os resíduos classificados segundo a NBR 10.004/2004 Resíduos Classe I – Perigosos De acordo com a NBR 10004/2004, resíduos perigosos são aqueles que apresentam periculosidade, “(..) característica apresentada por um resíduo que, em função de suas propriedades físicas, químicas ou infecto-contagiosas, pode apresentar: risco à saúde pública, provocando mortalidade, incidência de doenças ou acentuando seus índices; riscos ao meio ambiente, quando o resíduo for gerenciado de forma inadequada.” Você já ouviu falar sobre as características de periculosidade? Para Resíduos Classe I estes são: inflamabilidade, corrosividade, reatividade, toxicidade e patogenicidade. Na construção civil podemos citar como exemplos de resíduos perigosos as tintas, impermeabilizantes e produtos químicos em geral.  Resíduos Classe II A – Não Perigosos Não Inertes São resíduos que podem apresentar propriedades como: biodegradabilidade, combustibilidade ou solubilidade em água. Alguns exemplos que podemos encontrar no canteiro de obras são lamas de sistemas de tratamento de águas, limalha de ferro, poliuretano, fibras de vidro, lodos provenientes de filtros, EPIs (uniformes e botas de borracha) e gessos. Resíduos Classe II B – Não Perigosos Inertes São resíduos que podem ser dispostos em aterros sanitários ou reciclados, pois não sofrem qualquer tipo de alteração em sua composição com o passar do tempo. O solo e Concreto/cerâmico são exemplos de Resíduos Classe II B. Segundo a Resolução Conama Nº 307/2002 a classificação funciona da seguinte maneira: A Resolução Conama Nº 307/2002, estabelece diretrizes, critérios e procedimentos para a Gerenciamento dos Resíduos da construção civil. De acordo com esta resolução, é baseado a segregação e organização dos resíduos no canteiro de obras, sendo classificados em 4 classe: A, B, C e D. Classe A São os resíduos reutilizáveis ou recicláveis como agregados, tais como: De construção, demolição, reformas e reparos de pavimentação e de outras obras de infra-estrutura, inclusive solos provenientes de terraplanagem; De construção, demolição, reformas e reparos de edificações: componentes cerâmicos (tijolos, blocos, telhas, placas de revestimentos etc.); De processo de fabricação e/ou demolição de peças pré-moldadas em concreto (blocos, tubos, meio-fios e etc.); Classe B Resíduos recicláveis para outras destinações tais como: plástico, papel, metal, vidro, madeira e gesso. Classe C São os resíduos para os quais não foram desenvolvidas tecnologias ou aplicações economicamente viáveis que permitam a sua reciclagem ou recuperação. Pode-se citar como exemplo dos resíduos Classe C que são gerados na construção civil: espumas expansivas, fitas de amarração de blocos de concreto, telas de proteção, etc. Classe D São resíduos perigosos oriundos do processo de construção, tais como tintas, solventes, óleos e outros ou aqueles contaminados ou prejudiciais à saúde oriundos de demolições, reformas e reparos de clínicas radiológicas, instalações industriais e outros, bem como telhas e demais objetos e materiais que contenham amianto ou outros produtos nocivos à saúde. Baseado nas normas citadas e na vivência de obra a Ambiência Soluções Sustentáveis criou uma nomenclatura de fácil entendimento para os Resíduos Sólidos encontrados no canteiro de obras, veja como é simples e didático: Quer saber mais sobre como implantar o Gerenciamento de Resíduos na Construção Civil e fazer a classificação dos Resíduos Sólidos para ter um Gerenciamento de Resíduos de forma eficiente? Leia nosso artigo Como Implantar o Gerenciamento de Residuos.

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Quantificação e Composição dos Resíduos da Construção Civil em Edificações de Grande Porte

Neste artigo você vai descobrir como estimar a Quantificação e Composição dos Resíduos da Construção É notório que a construção civil é responsável pela geração de resíduos significativa, chegando em até 70% dos resíduos sólidos urbanos. Porém a falta de dados consistentes sobre os resíduos gerados dificulta o planejamento por parte dos gestores, que muitas vezes iniciam novas obras sem a correta estimativa de geração de tais resíduos. Quando inicia-se o planejamento de uma nova obra como vocês estimam a quantidade de resíduos a serem gerados? Vocês sabem o quanto a geração de resíduos impacta no custo e no andamento da obra? Sabemos o quão difícil é responder à essas questões, sobretudo, e, sobretudo, aplicar esses conceitos na prática. Por isso, nossa equipe desenvolveu recentemente um artigo bem interessante que apresenta a estimativa e composição dos resíduos para obras de construção civil realizadas em alvenaria estrutural e concreto armado. O artigo foi desenvolvido pensando em sua aplicação prática no planejamento de obras da construção civil, de forma a contribuir para a melhoria do gerenciamento das obras, da redução da geração e, consequente, da redução dos custos relacionados. Este artigo foi publicado na Revista ARES e apresenta: – Quantificação dos resíduos (quanto vai gerar?) – Composição dos resíduos (quais tipos de resíduos serão gerados?) Esperamos contribuir para a melhoria do gerenciamento de resíduos de sua construtora.