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1º Workshop de Sustentabilidade e Responsabilidade Social para Startups e Empresas de Base Tecnológica

O 1º Workshop de Sustentabilidade e Responsabilidade Social para Startups e Empresas de Base Tecnológica aconteceu no dia 22 de junho, no Centro Universitário Una, em Belo Horizonte. O evento teve como objetivo estimular o debate sobre a estruturação de projetos e a adoção de práticas com foco no desenvolvimento sustentável no contexto das startups e empresas de base tecnológica, apresentando as potencialidades e diferenciais competitivos que os negócios sustentáveis possuem para a sua internacionalização. Henrique Ribeiro CEO da NETResíduos participou de uma das mesas redondas do evento que discutiu como a sustentabilidade pode estar inserida em startups e empresas de base tecnológicas. Na oportunidades Henrique reforçou o conceito que rege as ações da empresa, que tem como base a geração de resultados positivos através da sustentabilidade, tanto econômicos, quanto ambientais e sociais.

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NETResíduos no FIEMGLab. Sustentabilidade

No dia 21 de junho Henrique Ribeiro e Frederico Carneiro estiveram presentes no evento FIEMGLab. Sustentabilidade, um encontro de negócios que aconteceu na Semana de Produção e Consumo Sustentáveis 2017. A iniciativa teve como objetivo acelerar o crescimento de startups para criar negócios de sucesso e inspirar a indústria mineira. Henrique Ribeiro apresentando a NETResíduos Diante de um cenário mundial desafiador, a indústria mineira busca caminhos que garantam um desenvolvimento sustentável. E a proposta do FIEMG Lab Sustentabilidade foi justamente debater cada um desses desafios unindo as soluções e a tecnologia das startups às necessidades de vários players da cadeia de setores industriais. Apresentação do sistema NETResíduos Para Frederico Carneiro, “o evento foi fantástico pois o público presente era proveniente de grandes empresas e todos estavam interessados em conhecer as inovações apresentadas pelas empresas palestrantes. Nossa apresentação focou nos resultados que nossos clientes alcançam com o uso da plataforma NETResíduos o que gerou grande interesse dos presentes em conhecer mais sobre o sistema. Ao final das apresentações houve uma rodada de perguntas e o público foi bem participativo, gerando discussões de alto nível e relevantes sobre o tema sustentabilidade”. Selson Gomes, André Medina, Henrique Ribeiro e Fred Carneiro Palestrantes do FIEMGLab. Sustentabilidade

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Quantificação e Composição dos Resíduos da Construção Civil em Edificações de Grande Porte

Neste artigo você vai descobrir como estimar a Quantificação e Composição dos Resíduos da Construção É notório que a construção civil é responsável pela geração de resíduos significativa, chegando em até 70% dos resíduos sólidos urbanos. Porém a falta de dados consistentes sobre os resíduos gerados dificulta o planejamento por parte dos gestores, que muitas vezes iniciam novas obras sem a correta estimativa de geração de tais resíduos. Quando inicia-se o planejamento de uma nova obra como vocês estimam a quantidade de resíduos a serem gerados? Vocês sabem o quanto a geração de resíduos impacta no custo e no andamento da obra? Sabemos o quão difícil é responder à essas questões, sobretudo, e, sobretudo, aplicar esses conceitos na prática. Por isso, nossa equipe desenvolveu recentemente um artigo bem interessante que apresenta a estimativa e composição dos resíduos para obras de construção civil realizadas em alvenaria estrutural e concreto armado. O artigo foi desenvolvido pensando em sua aplicação prática no planejamento de obras da construção civil, de forma a contribuir para a melhoria do gerenciamento das obras, da redução da geração e, consequente, da redução dos custos relacionados. Este artigo foi publicado na Revista ARES e apresenta: – Quantificação dos resíduos (quanto vai gerar?) – Composição dos resíduos (quais tipos de resíduos serão gerados?) Esperamos contribuir para a melhoria do gerenciamento de resíduos de sua construtora.

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Servidor público transforma pontos de disposição irregular em jardins coloridos, no ES

Fonte: G1 | Autor: Elton Lyrio | Publicação: 26/08/16 Pontos de disposição irregular (“pontos viciados de lixo”) viram jardins cheios de cores no bairro Santa Marta, em Vitória. Isso graças ao trabalho voluntário do servidor público Manoel Correia Filho, o Niel, de 40 anos. Desde abril, ele conta com a ajuda de pessoas da comunidade para eliminar os pontos viciados de lixo. Manoel contou que a ideia começou após uma matéria sobre lixo que viu na TV Gazeta. “A gente tinha oito pontos viciados aqui no bairro. Com esse trabalho eliminamos cinco deles. Alguns estavam ali há 20 anos e a população não parava de jogar lixo”, revela o funcionário público. A ideia do projeto – chamado “Sentir-se bem” – é simples. Niel junta pneus, tintas e plantas, tudo isso com a ajuda de amigos da própria comunidade que fazem as doações. Depois ele mesmo põe a mão na massa: pinta os pneus, os muros e planta as mudas para enfeitar os locais. “Em um dos lugares coloquei um banco porque lá é muito frequentado por idosos que ficavam sem ter onde sentar”, relatou o idealizador da iniciativa. O objetivo é despertar mais consciência nas pessoas em relação ao local onde elas colocam seu lixo. “A população tem que entender que o lixo deve ficar embalado e pendurado em um local seguro, ou numa lixeira para que a coleta passe e recolha. Não pode jogar lixo na rua”, ensina. A iniciativa de Niel, segundo ele, também está sendo expandida para outros bairros. Ele conta que a ideia já está sendo implantada em São Pedro e já há moradores que querem implantá-la em outros municípios da Grande Vitória.

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Economia circular necessita mais gestão de resíduos do que a linear

Fonte: Revista Ares | Autor: Antonis Mavropoulos* | Publicação: Junho/16 Ainda que a saga da economia circular esteja se tornando a corrente principal, o futuro da gestão de resíduos se mostra um tanto turvo entre os conceitos de economia circular e de resíduo zero. E há muita gente que acredita não existir futuro para a indústria de gestão de resíduos, à medida que as abordagens da economia circular sejam gradualmente expandidas e atendam aos setores econômicos mais importantes. Nada mais enganoso, e permitam-me explicar por quê. Primeiramente, os conceitos de economia circular, assim como os enfoques de resíduo zero, exigem muito mais gestão de resíduos, e não menos. Sua implementação exige gestão avançada de diversos fluxos de materiais antes de se tornarem resíduos, mas também depois de serem descartados da produção principal. Esses fluxos devem estar os mais limpos quanto possíveis, para alcançar um maior valor agregado, o que, de um jeito ou de outro, exigirá tratamento avançado para a remoção de resíduos. E, claro, sempre haverá resíduos procurando os descartes finais apropriados, incluindo recuperação energética, onde possível. Um segundo motivo é menos óbvio. Os conceitos de economia circular são movidos (entre outros) pelos problemas e pelos desafios que foram identificados ao longo de décadas de progresso na gestão de resíduos, principalmente nos países desenvolvidos. Gradualmente, por meio de experiências positivas e negativas, descobrimos que não importa quão avançado seja o progresso da gestão de resíduos e da reciclagem, é a produção e o consumo de produtos que determinam finalmente a dinâmica da gestão de resíduos e os volumes de resíduos cada vez maiores. Mas não importa o quão grande seja a economia circular, já que a produção e o consumo dos produtos – assim como a sua diversificação – continuarão a crescer e sempre haverá novos problemas de gestão de resíduos e uma dinâmica permanente na busca de uma gestão mais limpa, mais eficiente, mais rápida e mais segura. Lamento informar, mas o resíduo é simplesmente um produto diário do metabolismo urbano. Se aplicados com êxito, os conceitos de economia circular criarão um panorama no qual a gestão de resíduos e os recursos serão integrados não apenas em nível global, nacional ou regional, mas também em toda e qualquer cadeia de fornecimento. Ou seja, a gestão de resíduos será internalizada nos processos industriais relevantes, como um componente essencial desses processos. É um novo desafio comercial para uma indústria que sabe como tirar dinheiro dos fluxos residuais. E, para algumas pessoas, o caso de negócio será similar ao do software. O desenvolvimento de softwares e os aplicativos são essenciais em toda e qualquer indústria e estão se tornando um elemento central do processo.O mar está aberto para a indústria de softwares, apesar de que a maioria das grandes empresas tenha internalizado seus aplicativos e possua os seus próprios departamentos de TI. Deve-se esperar algo similar para a gestão de resíduos. Por último, mas não menos importante, sempre é bom lembrar que o setor de gestão de resíduos já faz uma contribuição importante ao entregar ciclos fechados para alguns materiais específicos, recuperando o potencial energético e assegurando o descarte seguro da parte não reciclável. Ainda estamos muito longe de sermos “o melhor possível”, mas acredito que o valor agregado do setor está subestimado. É hora de justificá-lo de um jeito melhor e mais integrado. *Especialista em gestão de resíduos, o grego Antonis Mavropoulos é fundador e CEO da D-Waste, um time global de especialistas na mesma área, e inventor do Waste Atlas. É também presidente do Comitê Técnico-Científico da Associação Internacional de Resíduos Sólido (ISWA)

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Convênio permite o aproveitamento de entulho da construção civil

Fonte: G1 | Autor: Wellington Roberto | Publicação: 23/08/16 A Câmara Municipal de Presidente Prudente aprovou na sessão ordinária desta segunda-feira (22) um projeto de lei, de autoria do Poder Executivo, que autoriza o município a firmar um convênio com a Universidade Estadual Paulista (Unesp) para a execução de um projeto de extensão que visa ao aproveitamento de entulho na cidade. O texto foi aprovado pela Casa de Leis em primeira e segunda discussões, com pedido de urgência. Conforme o secretário municipal do Meio Ambiente, Wilson Portella Rodrigues, a Prefeitura disponibilizará uma verba no valor de R$ 28.900 para a realização dos trabalhos. Segundo Rodrigues, os estudantes poderão desenvolver com o convênio um reaproveitamento de resíduos da construção civil que poderão ser utilizados em obras da própria Prefeitura. “É um trabalho importante, pois é uma maneira de contribuirmos para a preservação do meio ambiente. O material que seria descartado, de alguma maneira até irregularmente, poderá ser reutilizado em benfeitorias para a população e para o meio ambiente”, explicou o secretário ao G1. Conforme o professor responsável pelo projeto de extensão, Fernando Sérgio Okimoto, os trabalhos já estão em andamento e o valor disponibilizado através do convênio será revertido para a compra de uma máquina trituradora de resíduos. “Com esse equipamento, poderemos triturar resíduos de concreto, argamassa, tijolos e cerâmicas. Após esse processo, o material poderá ser utilizado para a realização de concreto com agregados reciclados, dispensando o uso de areia e de pedras britas”, explicou o professor. Okimoto relatou ao G1 que a ideia do projeto surgiu quando os pesquisadores realizaram a requalificação ambiental de uma área verde localizada no Jardim Morumbi, em Presidente Prudente. “Apresentamos uma série de medidas de benefícios do projeto ao Ministério Público Estadual [MPE], através da Promotoria de Justiça do Meio Ambiente, que nos orientou a buscar auxílio no Fundo Municipal do Meio Ambiente, para a compra do equipamento”, afirmou. Os pesquisadores apresentaram o projeto ao órgão municipal e se dispuseram a realizar os trabalhos que também beneficiarão o poder público. “Não tínhamos condições de realizar a compra do equipamento. Dessa maneira, a reitoria da Unesp disponibilizou R$ 30 mil e a Prefeitura se comprometeu a ajudar com o restante. Com esse equipamento, é possível triturar seis metros cúbicos de resíduos por hora”, detalhou ao G1. Conforme Okimoto, a máquina também poderá triturar madeira e plástico. O pesquisador ainda relatou ao G1 que novas pesquisas serão realizadas para que os resíduos desses materiais também sejam reutilizados. Atualmente, o projeto de extensão conta com oito alunos do curso de arquitetura da Unesp.