A NETResíduos iniciou nesta semana a participação no programa PRECON LAB INCUBATION. Uma das construtoras com a menor geração de resíduos do mercado poderá agora, com o uso do NETResíduos dar mais segurança e transparência aos dados e melhorar ainda mais seus processos. A Precon Engenharia através do seu projeto de incubação busca investir em startups sustentáveis e que gerem um alto impacto na sociedade. Henrique Ribeiro, CEO da NETResíduos, afirmou que “esse programa consolida nossos esforços para levar o Gerenciamento de Resíduos a todos. Acreditamos que o resíduo é um problema da sociedade e precisa ser tratado com prioridade e através desse reconhecimento de nossa solução como uma proposta viável e que merece um investimento percebemos que estamos no caminho certo. Nossa equipe está empenhada em trazer essa solução online de gerenciamento de resíduos ao maior número de empresas e pessoas para que esse processo se torne fácil e que seja realizado por todos!” Agradecemos a oportunidade de participar do PRECON LAB INCUBATION e em breve divulgaremos mais notícias dessa parceria de sucesso! #GoNETResiduos #GerenciamentodeResíduosParaTodos #PreconLabIncubation
Nos dias 05 e 06 de junho a INOVA Educação em Meio Ambiente estará no CEFET e na FUMEC com o evento Empreendedorismo e Sustentabilidade – Como utilizar tecnologia e inovação a favor do meio ambiente e a NETResíduos foi convidada para palestrar, nosso CEO Henrique Ribeiro falará sobre o desenvolvimento do nosso sistema online de Gerenciamento de Resíduos. Será um evento gratuito, com o objeto de fomentar o empreendedorismo e a busca por soluções inovadoras em nosso ramo de atuação. Para fazer a inscrição basta acessar o link e se cadastrar. Esperamos por você!
De 31 de outubro a 04 de novembro, o Expominas recebe a feira mais inovadora da América Latina a FINIT: Negócios, Inovação e Tecnologia e a NETResíduos participará do evento! FINIT 2017 A feira é o lugar certo para fazer conexões e desenvolver novas ideias. Minas Gerais já se firmou como um dos maiores polos de fomento à inovação e ao empreendedorismo do Brasil e por isso recebe a 2° edição do evento. O evento reúne, em um só lugar, grandes e consolidados eventos e um público bem diverso na capital mineira, comportará a segunda Campus Party Minas Gerais, repleta de atividades para os campuseiros mineiros; a Arena de Negócios, que conecta grandes empresas e startups; a Arena Experience, que promove atividades de divulgação científica; e a Arena Criativa, ambiente dedicado à criatividade e inovação. A NETResíduos participará da Arena de Negócios. Venha conversar conosco e conhecer um pouco mais sobre nossa ideia inovadora para o gerenciamento de resíduos online: 01/11 – 100open startup 02/11 – Hub Minas Digital Esperamos por vocês!
Entenda a importância de realizar adequadamente o registro dos resíduos destinados pelas obras. Citado por diversas leis e normas relacionadas ao gerenciamento de resíduos, o Controle de Transporte de Resíduos (CTR) é o documento que registra o processo de destinação dos resíduos gerados nas obras. Em caso de fiscalizações e auditorias, os CTRs resguardarão a obra e, a construtora, quanto à adequada destinação dos resíduos gerados. Por se tratar de um documento, a veracidade das informações constantes no documento deve estar, obrigatoriamente, em conformidade com a realidade, sendo que os profissionais responsáveis por assinarem os CTRs devem sempre se comprometer e garantir que o registro seja realizado adequadamente. Vale lembrar que é indispensável que todos os dados do Controle de Transporte de Resíduos sejam preenchidos, como: tipo de resíduo, volume, data de retirada, dados do gerador, transportador e receptor. Os CTRs devem ser emitidos pelos transportadores de resíduos e devem possuir 3 vias, que possibilitam o arquivamento por todos os agentes do fluxo do resíduo: gerador, transportador e área receptora. A cada retirada dos resíduos na obra a via provisória do CTR deve ser arquivada até o recebimento da via definitiva, que deve ocorrer até, no máximo, o 5º dia útil do mês posterior à destinação. No ato de recebimento do CTR definitivo, vale lembrar: é necessário checar se todas as informações foram preenchidas, bem como se as três assinaturas constam em todos os documentos. Garantindo assim que nenhuma pendência ocorra no futuro. A Ambiência Soluções Sustentáveis, em suas consultorias, sempre orienta as obras a arquivarem prontamente os CTRs definitivos assim que recebidos pois, assim, a probabilidade de perda ou esquecimento das CRTs definitivas diminuem consideravelmente. Outra dica da Ambiência é a realização de auditorias dos CTRs, através de uma conferência minuciosa, verificando o preenchimento correto dos comprovantes nos quesitos: Compatibilidade entre tipo de resíduo Transportador e área receptora Adequabilidade de atuação das empresas transportadoras e receptoras (com conferência da documentação das mesmas) Essa ação minimiza os riscos de multas e embargos em casos de fiscalizações e auditorias externas. Hoje, o mundo em que vivemos está cada vez mais digital e com as CTRs não poderia ser diferente! Quando o Gerenciamento de Resíduos é online, através da plataforma da NETResíduos, é possível arquivar digitalmente as CTRs, garantindo a segurança dos dados e facilitando o acesso quando necessário. Você ainda não conhece o nosso sistema? Clique aqui e saiba quais os benefícios em ter a tecnologia a favor do canteiro de obras! Com os processos de transporte e destinação realizados de acordo com as exigências legais e normativas, seguidos todos os procedimentos de registro e controle listados acima, a obra estará resguardada de qualquer questionamento por parte de fiscalizações ou auditoria, e ainda, poderá utilizar os dados e documentos como instrumentos de planejamento. Viu? Os CTRs são de extrema importância, fique ligado nessas dicas e melhore ainda mais o seu dia a dia!
Autor: Frederico F. Carneiro, Graduado em Ciência da Computação, Pós Graduado em Gestão de Projetos Um recente estudo do renomado instituto de pesquisa McKinsey Global Institute alerta que 98% da economia está sendo influenciada pelos processos de modernização e digitalização. Nunca se viveu em uma era na qual fosse tão importante para as empresas reverem seus processos internos e se adaptarem às novas tendências para se manterem competitivas, diferenciando de seus concorrentes, e prontas para encarar crises. Por isso as empresas devem, a cada dia mais, se atentar ao fato que os trabalhos estão ficando cada vez mais dependentes de tecnologia, este é um caminho sem volta, ou as empresas se digitalizam ou morrem. MAS COMO ESSAS MUDANÇAS AFETAM DIRETAMENTE NOSSAS VIDAS? Vamos tomar como exemplo os jornais, a rádio e a televisão, que até o século passado eram os maiores meios de comunicação da sociedade e hoje se desmancham às nossas vistas. O jornal, em mídia impressa, já não é tão relevante e deu lugar à noticiários online nos quais os acontecimentos são narrados em tempo real como no Twitter, Facebook e outros. As rádios já perderam espaço para o streaming como serviços Spotify e iTunes. E o que dizer da televisão? Estamos vivendo na era em que ela está passando pela sua maior transformação desde que foi inventada. Serviços como Netflix e Youtube deram ao telespectador o poder que decidir o que ver e quando quer ver. Vivemos uma revolução digital e apenas aquelas empresas que conseguirem fazer uso da tecnologia conseguirão transformar seus ambientes de trabalho de tal forma a se manterem competitivas no mercado. Neste aspecto, grandes empresas, embasadas em tecnologia digital, têm influenciado setores tradicionais, como o de transporte e hotelaria, como demonstrado na imagem a seguir. Imagem 1 – Era Digital: grandes empresas digitais sem nenhum ativo ACESSO À TECNOLOGIA No início dos anos 2000, a tecnologia ainda era cara em países como o Brasil. Computadores eram importados e os softwares existentes eram produtos de prateleira de grandes empresas americanas como Microsoft e IBM, sendo que a compra da licença e implantação poderiam custar alguns milhares de reais. Além disso, a internet havia pouco mais de 5 anos de vida no país, ainda era discada e possibilitava apenas a troca de mensagens via e-mail e a navegação em websites pouco amigáveis. Adquirir servidores e software custavam caro às companhias, valores que inviabilizariam suas operações, não justificando assim o benefício prometido. Mas hoje, todo esse panorama mudou, e muito! Com o advento das tecnologias nuvem (cloud), hoje é acessível para qualquer empresa possuir supercomputadores que realizam processamentos de dados, processo antes acessíveis apenas a super empresas como a NASA e Governos de países desenvolvidos. O modelo de negócio que permitiu qualquer empresa ter acesso a tecnologia é conhecido como “modelo de serviço”, como por exemplo, o “Plataform as a service” e o “software as a service”, ou respectivamente, plataforma como serviço e software como serviço. A plataforma ou software como serviço funciona de maneira a empresa alugar por um baixo valor mensal, a infraestrutura e o software desejado, assim, o “SAAS” (software as a service) abre um mundo de oportunidades para que as empresas testem os benefícios de um software sem ter que gastar rios de dinheiro com licenças de uso, implantações demoradas e treinamento de equipe. A INOVAÇÃO NAS GRANDES EMPRESAS Como citado, a capacidade de inovar das empresas é o fator que dita quem permanece no mercado e quem fechará suas portas, porém inovar não é fácil. Grandes empresas possuem processos burocráticos e complexos, que acarretam em dificuldades de inovação, porque elas estão muito focadas em seu negócio. Muitas dessas empresas não se arriscam em inovar por medo de perder dinheiro ou por não possuírem em suas equipes colaboradores visionários com as ideias ousadas que mudarão o mundo. É nesse contexto que as startups surgem, oferecendo um leque tecnologias para solucionar problemas que antes era deixados de lado ou que nem eram conhecidos. A adoção de tecnologias criadas por startups pode ser visto como uma terceirização de um departamento de pesquisa e desenvolvimento. Atualmente há disponíveis soluções para os mais diversos setores da indústria e a tendência é de que mais e mais startups sejam criadas e que tenham suas tecnologias absorvidas por outras empresas. Neste aspecto, alguns setores estão mais abertos à aplicação de tecnologia do que outros, como demonstrado na Imagem 2, que apresenta a relação de alguns setores, separando os que tradicionalmente fazem mais uso de tecnologia, dos mais restritivos. Imagem 2 – Setores e o uso de tecnologia A TECNOLOGIA NO GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL Como citado na Imagem 2, a construção civil é um dos setores mais carente no uso de tecnologia, e um dos processos mais arcaicos ainda empregados está relacionado ao gerenciamento de resíduos. De acordo com pesquisas realizadas pela empresa Ambiência Soluções Sustentáveis, especialista em gestão e gerenciamento de resíduos, a grande maioria das construtoras, quando muito, ainda utiliza o Excel como ferramenta para gerenciar dos dados da geração de resíduos de suas obras. O Excel, ferramenta que completa em 2017 trinta anos de existência, ainda é altamente utilizado pelas empresas para cadastro de dados da geração de resíduos. Sem dúvidas o software foi uma revolução, mas, devemos considerar o fato que o Excel é uma ótima ferramenta para tabulação de dados e só, ele não foi desenvolvido para gestão de banco de dados. Por mais que esta ferramenta tenha evoluído ao longo dos anos, ela ainda mantém a premissa básica de ser uma planilha onde é aceito qualquer tipo de informação disposta em linhas e colunas. O gerenciamento de resíduos é muito mais complexo que isso. Computar complexas estruturas de dados em somente linhas e colunas é como jogar no lixo informações valiosas de seus processos. Para se obter os melhores benefícios da tecnologia, as empresas devem investir na melhoria de seus processos internos com o uso de softwares especialmente moldados para seu negócio e fugir das ferramentas genéricas, como Excel,
Fonte: Revista Ares | Autor: Antonis Mavropoulos* | Publicação: Junho/16 Ainda que a saga da economia circular esteja se tornando a corrente principal, o futuro da gestão de resíduos se mostra um tanto turvo entre os conceitos de economia circular e de resíduo zero. E há muita gente que acredita não existir futuro para a indústria de gestão de resíduos, à medida que as abordagens da economia circular sejam gradualmente expandidas e atendam aos setores econômicos mais importantes. Nada mais enganoso, e permitam-me explicar por quê. Primeiramente, os conceitos de economia circular, assim como os enfoques de resíduo zero, exigem muito mais gestão de resíduos, e não menos. Sua implementação exige gestão avançada de diversos fluxos de materiais antes de se tornarem resíduos, mas também depois de serem descartados da produção principal. Esses fluxos devem estar os mais limpos quanto possíveis, para alcançar um maior valor agregado, o que, de um jeito ou de outro, exigirá tratamento avançado para a remoção de resíduos. E, claro, sempre haverá resíduos procurando os descartes finais apropriados, incluindo recuperação energética, onde possível. Um segundo motivo é menos óbvio. Os conceitos de economia circular são movidos (entre outros) pelos problemas e pelos desafios que foram identificados ao longo de décadas de progresso na gestão de resíduos, principalmente nos países desenvolvidos. Gradualmente, por meio de experiências positivas e negativas, descobrimos que não importa quão avançado seja o progresso da gestão de resíduos e da reciclagem, é a produção e o consumo de produtos que determinam finalmente a dinâmica da gestão de resíduos e os volumes de resíduos cada vez maiores. Mas não importa o quão grande seja a economia circular, já que a produção e o consumo dos produtos – assim como a sua diversificação – continuarão a crescer e sempre haverá novos problemas de gestão de resíduos e uma dinâmica permanente na busca de uma gestão mais limpa, mais eficiente, mais rápida e mais segura. Lamento informar, mas o resíduo é simplesmente um produto diário do metabolismo urbano. Se aplicados com êxito, os conceitos de economia circular criarão um panorama no qual a gestão de resíduos e os recursos serão integrados não apenas em nível global, nacional ou regional, mas também em toda e qualquer cadeia de fornecimento. Ou seja, a gestão de resíduos será internalizada nos processos industriais relevantes, como um componente essencial desses processos. É um novo desafio comercial para uma indústria que sabe como tirar dinheiro dos fluxos residuais. E, para algumas pessoas, o caso de negócio será similar ao do software. O desenvolvimento de softwares e os aplicativos são essenciais em toda e qualquer indústria e estão se tornando um elemento central do processo.O mar está aberto para a indústria de softwares, apesar de que a maioria das grandes empresas tenha internalizado seus aplicativos e possua os seus próprios departamentos de TI. Deve-se esperar algo similar para a gestão de resíduos. Por último, mas não menos importante, sempre é bom lembrar que o setor de gestão de resíduos já faz uma contribuição importante ao entregar ciclos fechados para alguns materiais específicos, recuperando o potencial energético e assegurando o descarte seguro da parte não reciclável. Ainda estamos muito longe de sermos “o melhor possível”, mas acredito que o valor agregado do setor está subestimado. É hora de justificá-lo de um jeito melhor e mais integrado. *Especialista em gestão de resíduos, o grego Antonis Mavropoulos é fundador e CEO da D-Waste, um time global de especialistas na mesma área, e inventor do Waste Atlas. É também presidente do Comitê Técnico-Científico da Associação Internacional de Resíduos Sólido (ISWA)


